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segunda-feira, 6 de maio de 2013

QUANDO SABEREI SE O MEU FILHO É DESTRO OU CANHOTO

Mesmo que seu filho pequeno comece a mostrar preferência pela mão direita ou esquerda, você só saberá ao certo se ele é destro ou canhoto quando tiver 2 ou 3 anos de idade, pois aí ele vai começar a usar uma das mãos com maior frequência. Algumas crianças podem ser ambidestras (usam as duas mãos igualmente) até os 5 ou 6 anos de idade, quando finalmente optam por uma delas.
Ser canhoto ou destro é determinado, em grande parte, pela genética. Se você e seu companheiro são canhotos, seu filho tem de 45% a 50% de chances de ser canhoto também (cerca de 10% das pessoas são canhotas).

Para saber qual lado é predominante na criança, experimente entregar um brinquedo ou jogar uma bola. Ela provavelmente vai pegar com a mão dominante, que será a mais forte ou a mais habilidosa.

Caso seu filho pareça dar preferência clara a uma das mãos antes de ter 1 ano e meio, converse com o pediatra, pois isso pode ser sinal de problemas de desenvolvimento motor.

Lembre-se de que não é uma boa idéia tentar influir na preferência do seu filho pela mão direita ou esquerda, porque a coordenação motora dele está em desenvolvimento. A genética não explica totalmente por que alguém é canhoto ou destro, e parte do motivo também está no sistema nervoso da criança.

Por isso, forçá-la a usar a mão direita, por exemplo, quando na verdade ela é canhota, não funciona a longo prazo e vai apenas confundi-la, levando até a problemas na escola no futuro. 

Laura Jana (Pediatra)


Do Site: BabyCenter

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

Massagem para bebês com necessidades especiais
Um bebê com dificuldades mentais, visuais, auditivas ou de desenvolvimento não consegue, por vezes, responder de forma normal aos sinais dos pais.
As reações emotivas destes, ao descobrir o problema do seu recém-nascido, variam enormemente entre a confusão, culpa, medo, irrealidade, depressão, racionalização e aceitação.
Estes sentimentos naturais podem aflorar e aparecer de forma frequente ao longo do processo de adaptação mútua e a cada novo estágio de desenvolvimento do bebé.
A massagem infantil pode ser um sistema maravilhoso de união entre pais e filhos com necessidades especiais. Apesar das vantagens fisiológicas serem muitas, o objectivo principal da massagem é a interacção e a conexão entre eles. Não é uma terapia, mas antes uma forma de partilharem o seu amor. É muito importante os pais conhecerem bem o seu bebê, a forma como o seu corpo reage quando está tenso, ou relaxado, o aspecto e o aspecto do seu abdômen quando tem gases, ou não, a diferença entre dor e tensão. Este conhecimento é importante já que podem ocorrer problemas graves de saúde.
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Bebês com problemas de desenvolvimento:
Os problemas de desenvolvimento manifestam-se de formas muito distintas, podendo ser necessário relaxar ou estimular o tónus muscular.
Para além dos benefícios gerais, iguais para todos os bebês, a massagem infantil ajuda os bebês com problemas de desenvolvimento, na medida em que ajuda ao relaxamento da respiração, melhora a deglutição (apropriada para os bebês que se babam muito e respiram só pela boca), é uma estimulação oral e uma terapia alimentar para os bebê muito sensíveis na zona da boca.
O amor das carícias e a segurança das mãos dos pais são elementos muito importantes para o desenvolvimento do bebé.
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Bebês com problemas de visão:A massagem pode ser uma experiência muito positiva para os bebês que têm dificuldades na visão, já que estes precisam de uma estimulação tátil para definir o seu mundo.
A estimulação tátil produz resultados muito satisfatórios em bebês de tenra idade. Os problemas de visão não produzem uma diminuição do comportamento emotivo e de aprendizagem nos bebês que recebem este tipo de estimulação.
Estudos mostram que bebês que receberam vinte minutos diários de massagem, apresentaram um maior desenvolvimento da atenção visual, o que indica que a estimulação tátil melhora a exploração visual. Bebês, com problemas de visão, cujos pais criaram vínculos emotivos com eles, são muito mais sociáveis e desenvolvem uma maior capacidade de atenção e resposta nos primeiros meses de vida.
A massagem ajuda todos os bebês a formar um esquema corporal positivo, com confiança e segurança.
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Bebês com problemas auditivos
Os bebês com problemas de audição tem as mesmas necessidades de contato físico como os outros. Uma comunicação de amor é o elemento mais importante na vida de qualquer bebê. Os que tem limitações auditivas precisam de alguém que fale com eles. Durante os primeiros tempos, o som estimula o desenvolvimento das conexões nervosas entre o ouvido e o cérebro do bebé.
A massagem diária enriquece não só o bebê com este tipo de dificuldades, mas também os pais. Ajuda-os a conhecer melhor o filho, a amá-los mais e a valorizar a sua forma única de comunicar com o Mundo.
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Bebés com quadros clínicos gravesTodos os bebês, sejam eles prematuros, soropositivos, expostos a drogas, com mães deprimidas, com história de abusos sexuais e físicos, com asma, autismo, diabetes, artrite reumática, atraso no desenvolvimento, alterações alimentares, dermatites, câncro, queimaduras e alterações pós-traumáticas, se beneficiam sempre com o contato físico que a massagem proporciona. Em todos estes casos, a massagem produz uma descida das hormonios de stress e melhora os valores de todos os exames clínicos.
Extraído do livro "Massagem Infantil" de Vimala McClure
 
 

sábado, 30 de junho de 2012

Meu filho esta mordendo, Oque fazer????

 

O QUE EU FAÇO? MEU FILHO ESTÁ MORDENDO

Isabel Cristina Hierro Parolin

em 25. mai, 2009 por em Artigos

Essa pergunta normalmente é feita por pais que têm um filho que morde e pela professora que deve administrar essa situação em sala de aula, sem falar na reação dos pais que têm o filho mordido, os quais também não sabem como agir.
Morder faz parte do desenvolvimento de uma criança e é aceitável entre 1 a 3 anos e meio. No entanto, essa manifestação causa transtornos enormes tanto para as famílias da criança que está mordendo quanto para o contexto social em que a criança está inserida, quer seja na escola, na casa dos avós, um parque, etc.
Geralmente os pais se sentem impotentes diante das mordidas e a tendência é proteger a criança não a expondo em situações de convívio, o que pode vir a tardar a aprendizagem de não morder o outro. Não podemos esquecer que nessa idade a criança está aprendendo a conviver e está conhecendo o mundo e seu funcionamento.
A criança morde por vários motivos: para experimentar simplesmente, para explorar e descobrir coisas, para se diferenciar, para lidar com a sua frustração, por estar com fome, com sono, por estar cansada, para chamar a atenção. Não é raro também a criança morder para ver a reação das pessoas, e isso, ao mesmo tempo que a maravilha, igualmente a assusta.
É preciso perceber se a criança morde por impulso, para reagir a algo, ou se ela morde para se comunicar. De qualquer forma é preciso educar a criança que morde a buscar um comportamento social mais adequado. Os pais darem limites a criança é bom. Demonstrar que o que ela fez doeu e que vocês não gostaram. Afirmar que vocês não deixarão que aconteça novamente transmite segurança e ajuda muito. ” Eu sei que você está cansado, mas fale pra mim ao invés de morder…” ” Não será desta forma que seu coleguinha vai brincar com você…” ” Você não pode morder as pessoas quando quer algo, é preciso dizer o que quer…” . Importante é que os pais ou professores demonstrem segurança para a criança e que eles estão ao lado dela para ajudá-la a controlar e adequar esse comportamento.
É inútil e inadequado morder a criança para ela perceber como é ruim. Isso assusta e não educa. Também não é adequado pedir que ela se coloque no lugar da criança que foi mordida. A criança nessa faixa etária não consegue se colocar no lugar do outro e avaliar a situação sob outra ótica. Pior ainda quando os pais pedem para a criança colocar-se no lugar deles. ” O que você faria se seu filho fizesse isso?” Esse tipo de orientação só deixa a criança confusa, e muitas vezes aumenta ainda mais a sensação de incompreensão do que está ocorrendo. A criança também se assusta ao morder e perceber a reação do outro. Melhor é dar outras saídas. “Meu filho, isso dói!  Morda esse brinquedo”, ou então, sugira para ele morder bem forte a bolacha, mas não morder as pessoas!
É importantíssimo que a criança não se sinta culpada pelo que está acontecendo. Se os pais se desestabilizarem, acabarão gerando insegurança na criança e possivelmente ela morda ainda mais.
Em sala de aula a conduta da professora deve ser semelhante aos dos pais. À criança que morde deve demonstrar que ela pode se manifestar de forma diferente e à criança mordida explicar que o coleguinha não queria machucar, sem deixar de dar a devida importância e atender ao susto e dor da mordida.
Os educadores concordam que uma criança se desenvolve através de brincadeiras e jogos que estão relacionados, encaminhando-se de estágios mais primitivos para outros mais elaborados. Se o adultos que cercam uma criança a impediram de vivenciar,compreender e dominar cada etapa do seu desenvolvimento, ao invés de ajudarem, correm o risco de tardar a conquista da maturidade e da compreensão do mundo de seu filho.
Morder faz parte de uma das etapas do desenvolvimento e deve ser tratada dessa forma. A criança não é uma mordedora. Com calma e bom senso estamos preparando os nossos filhos para as vicissitudes da vida, que sabemos, não são poucas.

Do Site:

 

domingo, 9 de outubro de 2011

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA O SEU BEBÊ

Conceito de Alimentação Saudável nos Primeiros Anos de Vida.
Carla Vasconcelos e Ana Valente – Nutricionistas



“Nas primeiras etapas da vida da criança, os pais e os profissionais de saúde estabelecem e controlam o que ela deve comer.”
“Ao chegar à adolescência, são os amigos, a publicidade e o ambiente que mais influenciam a sua alimentação.”
“Passada esta fase, as preferências e os hábitos inicialmente estabelecidos podem ser retomados.”

Por isso: 

• São muito importantes todos os esforços para o estabelecimento de regras e hábitos alimentares saudáveis durante a infância.
• Uma Alimentação Saudável não se ensina do ponto de vista teórico. Ela tem que ser vivida, na prática, por toda a família e pessoas próximas.
• Os pais são o espelho dos filhos.

O que é a Alimentação Saudável?

A Alimentação Saudável é uma forma racional de comer que assegura variedade, equilíbrio e quantidade justa de alimentos escolhidos pela sua
qualidade nutricional e higiênica, submetidos a benéficas manipulações culinárias. (Emílio Peres, in “Saber comer para melhor viver”)

O que são os alimentos ?

São substâncias usadas para alimentar os seres vivos ao longo da sua vida e que fornecem todos os nutrientes necessários para:
  • produção de energia;
  • funcionamento correto do organismo;
  • formação, crescimento e reparação do corpo;
O que são os Nutrientes?

São substâncias que existem nos alimentos que fornecem compostos essenciais ao nosso organismo.
Os alimentos fornecem 7 grupos de nutrientes:
  • Proteínas
  • Hidratos de carbono
  • Gorduras
  • Vitaminas
  • Minerais
  • Água
  • Fibra
Proteínas
As Proteínas são substâncias que entram na composição dos alimentos e que servem para construir e reparar os tecidos do corpo humano (músculos, tendões, ossos, pele). Elas são indispensáveis para o crescimento.
Continua.... 

Baixe o texto completo clicando aqui


Baixado do SCRIBD em 09/11/2011

domingo, 2 de outubro de 2011

ALEITAMENTO MATERNO



VANTAGENS PARA O BEBÊ 

A amamentação supre todas as necessidades dos primeiros meses de vida, para o bebê crescer e se desenvolver sadio .

O leite materno é alimento completo porque:
  • Contém vitaminas, minerais, gorduras, açúcares, proteínas, todos apropriados para o organismo do bebê;
  • Possui muitas substâncias nutritivas e de defesa, que não se encontram no leite de vaca e em nenhum outro leite;
  • O leite da mãe é adequado, completo, equilibrado e suficiente para o seu filho. Ele é um alimento ideal.
  • Não existe leite fraco;
  • É feito especialmente para o estômago da criança, portanto de mais fácil digestão.
O leite materno dá proteção contra doenças porque:
  • Só ele tem substâncias que protegem o bebê contra doenças como: diarréia (que pode causar desidratação, desnutrição e morte), pneumonias, infecção de ouvido, alergias e muitas outras doenças;
  • O bebê que mama no peito poderá evacuar toda vez que mamar, ou passar até uma semana sem evacuar. O cocô geralmente é mole.
O leite materno é limpo e pronto:
  • Não apanha sujeira como a mamadeira;
  • Está pronto a qualquer hora, na temperatura certa para o bebê;
  • Não precisa ser comprado.
Dar de mamar é um ato de amor e carinho:
  • Faz o bebê sentir-se querido, seguro. 

Dar de mamar ajuda na prevenção de defeitos na oclusão (fechamento) dos dentes, diminui a incidência de cáries e problemas na fala.

Bebês que mamam no peito apresentam melhor crescimento e desenvolvimento. Trabalhos científicos identificam que essas crianças são mais inteligentes.

Ele é o alimento ideal, não sendo necessário oferecer água, chá e nenhum outro alimento até os seis meses de idade. 


Negra Amamentando


Este trecho foi retirado do álbum seriado "PROMOVENDO O ALEITAMENTO MATERNO",  produzido pela UNICEF em parceria com o Ministério da Saúde do Governo Federal. Vale a pena conferir todo o conteúdo do album e saber mais sobre o aleitamento materno

A importância do leite Materno

domingo, 18 de setembro de 2011

O VOMITO INFANTIL

O que devo fazer se meu filho estiver vomitando?

Escrito para o BabyCenter Brasil
O vômito em si não é causa de alarme, mas em alguns casos pode indicar um problema mais sério. Quando vomita muito, a criança perde líquidos preciosos para o organismo e pode acabar ficando desidratada, por isso é importante que eles sejam repostos.

Para evitar que a criança fique desidratada, você pode dar soluções especiais para reidratação à venda nas farmácias, especiais para criança. Se não for possível, prepare soro caseiro, de preferência com a colherinha medidora distribuída em postos de saúde ou vendidas em farmácia.

Caso não tenha a colher para soro caseiro à mão, faça a mistura colocando um punhado de açúcar e uma pitada de três dedos de sal em 200 ml de água filtrada, fervida e fria. O gosto deve ser parecido com o da lágrima. Existem também no posto de saúde preparados em pó para fazer o soro.

Você pode também alternar com o soro ou a solução de reidratação bebidas como água de coco, chá, suco ou água. As bebidas isotônicas esportivas possuem mais minerais que o ideal para essas situações, por isso não são recomendadas.

Não dê nenhum remédio para combater a náusea, a menos que tenha sido especificamente receitado pelo médico, e nunca use medicamentos com aspirina na composição, porque ela pode desencadear uma rara mas gravíssima doença chamada síndrome de Reye.

Experimente seguir as instruções abaixo:

• Quando a criança parar de vomitar, comece a dar pequenas quantidades de água, soro caseiro ou a bebida que você tiver à mão, a cada meia hora. Bebidas frias ou geladas "ficam" mais fácil no estômago que bebidas mornas ou quentes. Mesmo que ela queira mais, ofereça só de pouquinho em pouquinho, para não precipitar um novo vômito e perder tudo o que ela já tomou.

• Se ela conseguir manter esses líquidos no estômago, vá dando 50 ml de soro caseiro, água de coco ou solução para reidratação alternados com 50 ml de qualquer outro líquido de meia em meia hora.

• Quando a criança tiver conseguido tomar duas ou três dessas doses sem vomitar, passe a dar leite materno ou fórmula de leite em pó mais diluída, e aumente a quantidade para entre 80 e 100 ml, a cada três ou quatro horas. No caso de crianças maiores, você pode dar algum alimento sólido leve se ela quiser (bolacha simples, arroz com frango, canja).

No caso de o vômito não parar com essas medidas, fale com o pediatra. Dependendo do caso, ele pode receitar medicamentos que podem ser administrados na forma de supositórios. Sempre que a criança tiver tomado algum medicamento antiemético (contra o vômito), espere entre meia hora e uma hora para começar a dar líquidos. E fique sempre atenta a qualquer sinal de desidratação (letargia, boca seca, diminuição no xixi, ausência de lágrimas).

Vômito pode ser perigoso?

Sim, há situações muito específicas em que o vômito pode indicar algo grave, porém elas não são a regra. Confira abaixo algumas delas:

• Vômito acompanhado de muita dor ou inchaço abdominal. Seu filho pode ser pequeno para descrever exatamente onde incomoda, mas você o conhece melhor do que ninguém para saber quando algo realmente não está certo. Dores fortíssimas às vezes indicam algum bloqueio intestinal, e é preciso que se leve a criança imediatamente a um pronto-socorro.

• Bile (uma substância verde) ou sangue de cor escura (quase como café) no vômito também podem ser sinal de algum bloqueio intestinal.

• Vomitar mais de uma vez após sofrer algum ferimento na cabeça, já que quedas e golpes de grande impacto nesta região chegam a provocar vômitos.

• Vômitos, acompanhados ou não por letargia e irritação, e dor ou falta de mobilidade no pescoço são sintomas clássicos de meningite.

• A ingestão de produtos tóxicos (como, por exemplo, produtos de limpeza ou remédios de adultos) também pode provocar vômitos e necessita de cuidados urgentes. Contate imediatamente uma organização especializada e tente guardar a embalagem daquilo que causou a intoxicação.

Quando posso começar a dar comida normal para o meu filho?

Se ele não vomitar por 12 horas, você pode retomar a alimentação normal, mas continue a oferecer bastante líquido. Caso seu filho esteja inapetente, não se preocupe e só insista mesmo nas bebidas.

Muita gente prefere voltar a dar alimentos mais fáceis de digerir, como frutas, torradas ou papinhas leves, mas a recomendação dos médicos hoje em dia é que assim que a criança estiver melhor, volte a comer os alimentos do dia-a-dia (fora os gordurosos), o que apressa a recuperação devido à reabsorção dos nutrientes de que o corpo precisa.

Existe uma certa polêmica quanto à reintrodução do leite (fórmula ou de vaca), então converse com seu pediatra para ouvir a opinião dele sobre isso. Como o sistema digestivo está irritado, o leite pode acabar não sendo digerido corretamente.
Dormir também pode ajudar a acalmar e a diminuir os vômitos; o conteúdo do estômago muitas vezes é transferido para o intestino durante o sono, o que reduz a vontade de vomitar.

Lembre-se de só dar remédios contra a náusea sob orientação médica

Veja mais em: Baby Center Brasil

sábado, 21 de maio de 2011

O que fazer se a criança bater a cabeça

Esse acidente é bastante comum entre os pequenos. Como no bebê a cabeça é maior e mais pesada do que o corpo, ele não tem muito domínio e pode batê-la no berço, no carrinho ou no chão... Quando começam a se movimentar os riscos aumentam. A boa notícia é que são raríssimos os casos de traumatismos graves nessa idade. O que ocorre é o hematoma subgaleal, o famoso galo. Isso porque a caixa craniana do bebê é bastante maleável e forte. Um capacete! Para tratar o galo, que se forma imediatamente após a pancada, devido à hemorragia dos vasos subcutâneos, use gelo. Coloque duas pedras envolvidas em uma fralda ou em um pano macio e faça leve pressão no local da batida. Isso fará com que ocorra vasoconstrição, diminuindo o aporte de sangue no local. Assim o hematoma sumirá ou ficará bem pequeno. Se a criança quiser dormir logo após o acidente, tudo bem. Fique atento apenas para sintomas como desmaio, vômito, tontura e palidez. Se aparecerem, leve seu filho ao pronto-socorro no mesmo momento. 
 
 
Retirado do site: www.e-familynet.com


terça-feira, 1 de março de 2011

Brinquedos e brincadeiras

É inevitável, cada vez que nasce uma criança, a primeira coisa que todos pensam em oferecer-lhe são brinquedos.
Se bem que a criança pequena (e até as maiores) se possam entreter com qualquer objecto e dele tirarem muito prazer nas brincadeiras, os parentes, amigos e os próprios pais não resistem quando encontram um brinquedo colorido e logo o resgatam para a nova criança.

Mas por vezes a escolha é difícil porque o que era divertido no tempo de infância dos pais e amigos, passou de moda agora, estando as crianças cada vez mais exigentes em relação a tudo o que implique brincadeiras, muito por influência da televisão.

Dos 0 ao primeiro ano de vida o bebé está numa etapa em que é muito importante desenvolver todos os sentidos e por isso deve escolher brinquedos que facilitem o desenvolvimento da visão, da apreensão, do tacto e da audição.

A velha rosca sonora é uma novidade para o bebé e estimula a coordenação entre os membros. Neste período, são estabelecidas as primeiras associações e relações de causa-efeito, por isso são tão importantes os brinquedos que as possam estimular.

Durante os primeiros meses, pendura no berço objectos leves e coloridos que se mexam a qualquer movimento da criança, permitindo-lhe seguir com o olhar as ondulações do brinquedo.

Numa fase em que o bebé já mexe em tudo o que lhe colocam nas mãozinhas, são aconselháveis os brinquedos inquebrantáveis, feitos em material como a borracha, a madeira, plástico, pano ou peluche.
Jogos de cubos, de encaixar, empilhar ou outros são os ideais. No banho, a criança também gosta de estar distraída e por isso alguns bonecos impermeáveis ou insufláveis vão fazer as delícias do bebé.

Com o surgimento dos primeiros dentes, o bebé vai necessitar de argolas onde possa morder e quando começar a gatinhar, pode descobrir muitas surpresas nos tapetes de actividades, recomendados a partir dos três meses de idade.

Do primeiro ano aos três primeiros anos, a criança começa a descobrir-se a si mesma e a imitar os adultos nas diferentes situações em que os vê como cozinhar, atender o telefone, conduzir, etc. Na procura da sua autonomia, quererá fazer o mesmo, por isso pode oferecer-lhe brinquedos que imitem a realidade, como jogos de ferramentas, conjuntos de jantarinhos, conjuntos médicos, etc.

É também a altura em que a criança começa a caminhar e a empurrar objectos, por isso irá apreciar os brinquedos que rolem e sobre os quais se possa apoiar, como carrinhos ou triciclos. Um cavalo de baloiço será a entrada para um mundo de aventuras.

Bolas, jogos de encaixe e de empilhar e os bonecos ainda podem continuar a fazer parte da lista de compras, bem como os telefones de plástico com botões e jogos de actividades.

Na hora do banho ele vai apreciar bombas de água, rodas, entre outros e também jogos de construção que podem servir tanto para o banho como para as horas de brincadeira.

E agora vem a idade mais complicada, em que tudo aquilo que vêem lhes agrada, dominando a imaginação e a fantasia. Querem imitar os adultos mas já não apenas nas tarefas diárias de casa. Agora são médicos, comerciantes, secretárias, etc. Por outro lado, gostam de imitar os super-heróis que vêem na televisão e de possuir os brinquedos com a sua marca. Na hora da ternura, ainda preferem os bonecos de pano ou de peluche.

Aqui ficaram portanto, algumas dicas para as próximas compras, porque nisto de brinquedos, não é para brincar.

Veja mais em: ABC do BEBÊ


domingo, 20 de fevereiro de 2011

UM BANHO NA FEBRE


Estudo realizado no Instituto Materno-Infantil Professor Fernando Figueira, em Recife, Pernambuco, comprova que o banho morno é muito bem-vindo em casos de febre.


A febre é sinal de que algo não vai bem. Assim, diante do perigo, o cérebro ordena a produção de substâncias que elevam a temperatura corporal para destruir intrusos como vírus e bactérias. “A vantagem do banho morno é a de abaixar a temperatura rapidamente”, afirma o pediatra João Guilherme Bezerra Alves, um dos autores do estudo.

O médico conta que foram avaliadas 120 crianças com idade média de 3 anos. “O uso exclusivo de antitérmicos é bastante eficaz, mas sua atuação demora cerca de 40 minutos”, diz ele. Segundo Alves, o ideal é usar a medicação aliada à imersão na água, que deve estar entre 30 e 32 graus. Esfregar delicadamente o corpinho do pequeno com uma esponja também colabora para dispersar o calor. Vale ressaltar que é importante comunicar ao pediatra os episódios febris e levar a criança direto ao consultório se ela for menor de 6 meses. 

Veja mais em: BEBE.COM.BR

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Como saber sobre o momento certo de tirar a fralda da criança

Muitos pais se perguntam qual o momento certo de tirar a fralda do filho. Muitos se preocupam tanto que acabam deixando a criança estressada e atropelando o curso normal do seu desenvolvimento. Veja aqui algumas dicas para ajudar seu filho nesta fase tão delicada:      
1.  A criança por volta dos dois anos já começa a ter controle dos esfíncteres. Ela está saindo, segundo Freud, do período oral (fase em que leva tudo à boca) para entrar na fase anal (período em que descobre as fezes). 
2.  A criança sente interesse pelo que se desprende do seu corpo e para ela isto é o máximo. É como se dissesse “nossa isto saiu de mim!”, “Eu produzi isto!”. Muitas vezes a criança sente vontade de manipulá-las, aí entra a nosso papel de impedi-la e ensiná-la que isto não é correto. Porém, isto não deve ser levado ao extremo, já que poderá causar mais tarde uma neurose obsessiva por limpeza, segundo Freud. 
3.  Ofereça, nesta fase, massa de modelar, argila para que ela possa manipular estes objetos e não queira manipular as fezes. 
4.  Nesta fase dos dois anos você poderá começar a deixar seu filho sem fraldas durante o dia. Não se apresse em tirar a fralda noturna ainda. 
5.  Compre um vasinho tipo privadinha com tampa, assim ele se sentirá orgulhoso por estar usando um parecido com os dos pais, ou compre um adaptador para seu vaso. 
6.  Mesmo que a criança já saiba pedir para ir ao banheiro, é perfeitamente normal, no início, que a criança faça xixi ou cocô nas calças. Portanto, um alerta: esteja preparada para isto, do contrário, se você demonstrar irritação, você só ajudará seu filho a regredir e, no futuro, poderá ter danos sérios em seu comportamento.  
7.  Ensine a criança a pedir para ir ao banheiro quando sentir vontade. Insista nesta idéia, mas não de forma ameaçadora, e sim como uma parceira do seu desenvolvimento. 
8.  Uma dica é de em uma em uma hora perguntar se a criança está com vontade de ir ao banheiro. Depois ela mesma já irá pedir. 
9.  Quando perceber que já há um maior controle, é hora de começar a tirar a fralda noturna. 
10. Comece a verificar se a fralda está amanhecendo sequinha. Se sim, é uma boa notícia. Se não, espere mais um pouco. 
11. Retire a fralda antes de dormir. Explique para ela que irá retirar a fralda e por isso ela deverá fazer xixi no vaso antes de dormir. 
12. Geralmente as crianças tomam uma última mamadeira por volta das 22h. Pegue a criança e leve-a para urinar após a mamada, no vasinho ou na tampa adaptável. Crianças, mesmo dormindo, conseguem urinar. Algumas pessoas utilizam a técnica de deixar a água da torneira ligada, mas cuidado pois você não poderá não ouvir o barulho do xixi e ficará na dúvida se ela fez realmente. Você pode sussurrar no ouvido da criança um "xiiiixiiii". 
13. Mesmo que ela passe dias sem fazer xixi à noite, é normal que aconteça de fazer novamente. Um sonho ruim, medo do escuro e outros motivos podem contribuir para que isto aconteça. Se isto acontecer, pegue um saco - pode ser daqueles de lixo grande -, abra-o no meio e forre o colchão na altura da cintura para baixo, coloque o lençol por cima. É provável que isto se repita nos próximos dias. 
14. Se a criança, com mais de cinco anos, persistir em urinar na cama, comece a observar o que está acontecendo. Filmes, jogos agressivos de computador, um coleguinha ameaçando-o, são algumas coisas que podem deixá-lo com medo, fazendo com que não consiga segurar a urina. Há também casos de problemas no sistema urinário. Uma ida ao urologista para tirar a dúvida é muito importante.


Atenção:
Lembre-se: paciência e cumplicidade são as armas fundamentais para esta vitória. Não tente atropelar o desenvolvimento da criança. Não a agrida verbalmente nem fisicamente, você só irá deixar a criança mais nervosa e com o sentimento de incapacidade. Faça sempre elogios diante de cada conquista, e se caso ela falhar diga: "da próxima vez você consegue!".  Lembre-se que se o desenvolvimento da criança não ocorrer de forma satisfatória, poderá haver problemas em relação à sexualidade na fase adulta
Simaia Sampaio  (Salvador, BA, Brazil)
Psicopedagoga clínica e Pedagoga. Atendo crianças, adolescentes e adultos com dificuldades de aprendizagem, dislexia, hiperatividade, dentre outros. Faço orientação vocacional, supervisão para psicopedagogos. Sou professora de Pós-graduação do curso de Psicopedagogia da Faculdade São Bento e orientadora de estágio em Psicopedagogia clínica. Entre em contato: contato@psicopedagogiabrasil.com.br Acesse meu site: http://www.psicopedagogiabrasil.com.br

 Veja mais em: PSICOPEDAGOGIABRASIL

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Fase de adaptação à creche


Uma das principais preocupações dos Pais em relação à iniciação da Creche dos seus filhos é a Adaptação.
Quando os pais colocam o seu filho numa creche são portadores de vários receios e de imensas dúvidas:

- Será que o meu filho vai ficar bem?
- Será que lhe vão dar a devida atenção?
- Será que o vão mimar?
- Será…? Será… ?

Existem demasiadas dúvidas que perturbam muito os pais, principalmente nos primeiros dias de creche.
Todas estas dúvidas e inquietações, que tanto atormenta os pais, são compreensíveis e legítimas, pois vão deixar os seus pequenos “tesouros” com pessoas que lhes são estranhas; no entanto sem se aperceberem os pais são os principais transmissores de ansiedade e angústia para as criancinhas.


É geralmente conhecido que os bebes se adaptam com mais facilidade a tudo o que é novo, como novas situações e ambientes, e quanto mais cedo a criança entrar para a creche, mais fácil será a sua Adaptação, apesar de ser uma fase mais complicada para os pais, porque os seus pequenotes são demasiado indefesos.


Nesta fase inicial da vida de uma criança, principalmente quando vai para a creche, há sempre um adulto na sala com quem a criança irá criar laços afetivos mais fortes e intensos, a esta situação, chama-se Vinculação. Esta Vinculação vai dar/trazer à criança uma maior segurança, que vai fazer com que esta se sinta protegida e consiga então, transmitir aos pais que está bem, serena e tranquila sempre que vai para a creche.

Por norma, numa fase inicial, aconselha-se os pais que nos primeiros dias a criança fique poucas horas na creche, isto acontece porque a ansiedade dos pais é grande e reflete-se nas crianças.
Na minha experiência profissional, como Educadora de Infância, e a trabalhar há 4 anos em salas, cujas crianças provém do meio familiar, normalmente tenho uma reunião individual antes do inicio do ano lectivo com os pais de cada criança, aos quais peço para que na primeira semana de creche a Adaptação seja gradual, isto é, no 1º dia de creche dos filhotes, convido os pais a permanecerem na sala com as crianças toda a manhã, no 2º dia já deixarão a criança 1 hora na sala e os pais vão-os buscar após essa hora, no 3º dia a criança já fica toda a manha e já almoça, e vai embora com os pais depois de almoçar, no 4º dia a criança para além de ficar toda a manhã, de almoçar também já irá dormir a sesta na creche e no 5º dia a criança permanecerá um dia completo na creche.

Uma Adaptação feita nestes moldes ajuda a criança e os pais a se adaptarem de uma forma lenta e gradual, diminuído assim a ansiedade de ambos.
Costumo dizer que a Adaptação dos pais é mais difícil que a das crianças, ou seja, uma criança habitua-se mais facilmente à separação da figura parental do que os pais à separação dos filhos.

Terminada a primeira semana de Adaptação, é também importante referir que se a criança tiver algum objecto que a acompanha sempre (boneco, fralda de pano, etc.) é importante que esse objecto venha sempre com a criança, pois é chamado de Objecto de Transição. Estes objetos designados por Winnicott, por objetos transacionais, são usados pela criança como um suporte na conquista da autonomia, uma vez que são uma espécie de substituto materno e permitem à criança organizar-se na ausência das figuras de referência. As crianças ao se sentirem sozinhas na cama, por exemplo, na creche ou jardim de infância, usam esses objetos para se sentirem mais confiantes.


Há diversos motivos que causam esta ansiedade, no entanto é importante que não se transmitam os receios, as angústias e as preocupações dos pais para as crianças, é por isso essencial que haja segurança por parte dos pais, quando vão deixar os filhos na creche, mesmo que a criança chore ou implore para não ficar ali, é importante que os pais não cedam a este tipo de “chantagem” feita pelas crianças.


A firmeza dos pais tem um papel extremamente importante nesta hora, pois há-que explicar aos filhos com todo o carinho e amor que os vão buscar ao final do dia, porque apesar de gostarem muito deles têm de ir trabalhar. A criança aos poucos vai percebendo a rotina e saberá que ao fim do dia os pais a vão buscar, criando assim na criança segurança e estabilidade.


Neste período de ansiedade de separação e angústia a criança pode mostrar relutância em deixar a mãe, rabugenta e difícil de consolar, contudo este comportamento da criança acabara por desaparecer. Este período da Adaptação não tem tempo certo de duração, vai depender de cada criança e de cada caso.
Estima-se que apenas cerca de 3% a 4% das crianças não se conseguem adaptar à creche e isto normalmente acontece por culpa de familiares diretos (pais, avós, …) que reagem mal às rotinas e regras que serão impostas na criança.


Por último, gostaria de deixar a minha opinião pessoal aos pais: “Quando o seu filho fizer uma “birra” a dizer que não quer ir para a creche, poderá esta apenas querer testar os pais para ver se consegue fazer com que estes cedam, e assim atingir os seus objctivos, de fazer apenas o que deseja. Perante esta situação os pais, por muito que lhes custe, devem dar um mimo à criança, dizer-lhe que ela tem de ficar, porque os pais a vão buscar, e devem sair da creche sem dar demasiada importância à “birra”, apesar de ser muito complicado para os pais, este comportamento é o mais adequado.

Educadora Carina Portinha
Fonte: Guia da Família


Retirado do Blog:


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O “dia da separação”: a primeira ida à creche


Mamães de primeira viagem talvez não imaginam como fica seu coração depois de deixar seu filho pela primeira em uma creche. Mas não tem outro jeito. A licença-maternidade acaba e um sentimento ímpar de tristeza vem acompanhado de incertezas. Como vou deixar meu bebê tão pequenino numa escolinha? 

Colocar o filho na creche tão prematuramente pode parece um retrocesso na cabeça das mamães, mas se a escolha da escolinha for bem feita, um lugar em que a mamãe sinta-se segura para deixar seu filho enquanto trabalha, o local poderá ser um espaço de grande desenvolvimento para criança e aprendizado para a mamãe. Já pensou nisso?  

A inserção da criança na creche é um dos momentos muito importantes na vida da criança e da mamãe. É a primeira separação real dos dois, marcando a sua entrada no mundo social. Claro que isso não pode acontecer de forma brusca. 

Mas a creche pode ser benéfica principalmente às crianças paparicadas demasiadamente pelos pais. É lá que se dá a iniciação da autonomia da criança. E isso assusta principalmente a mamãe que vê seu filho como um bebezinho incapaz de crescer sozinho, o que infelizmente é comum de ocorrer.  

Creche x mimo - Aos poucos a mamãe verá ações importantes que a criança levará para toda a vida, como a convivência social, começando o processo de amizade, de divisão e colaboração mútua, desenvolvimento da linguagem e de conhecimento do mundo. Brincadeiras entre crianças, normais em creches, contribuem para acelerar o processo de socialização.  

Muitas crianças pulam a fase de creche e entram no colégio por volta dos 3 ou 4 anos, quando já absorveram lições boas, mas também más dos pais. A criança mimada pode se achar a “dona do mundo” diante de tanto paparico, dificultando no contato com os demais colegas. 

Mãe segura - A segurança da mamãe nesse “ritual de passagem” do convívio familiar para o social do seu filho será fundamental. A mamãe segura consegue passar tranqüilidade ao filho quando diz que no fim da tarde virá buscá-lo. A criança verá que isso acontece todos os dias e que a mamãe não vai abandoná-lo.  

Muitas vezes isso não é tão fácil, mas a mamãe não pode estremecer. A criança pequena que ainda não consegue se expressar muito bem verbalmente pode transmitir esse sentimento de separação através do corpo com choro, recusa de alimento ou mesmo ficar doente, isso é normal. Os pais devem favorecer o conhecimento do novo ambiente através da sua presença e mediação com os professores.  

A ligação entre a criança e o professor é muito importante e os pais devem facilitar esse contato. A figura materna jamais será batida, mas é necessário que haja também uma relação social em que se constitua um vínculo no qual a criança tenha confiança para se desenvolver. 

Super vovó - A liberdade da mulher nos tempos de hoje e a preocupação cada vez maior com o bem estar financeiro da família também traz consigo inseguranças em relação à educação dos filhos.  

As vovós entram na história para não ser apenas coadjuvantes no cuidado dos pequenos. Porém, muitas vovós também estão trabalhando ou não estão perto para essa “grandiosa” ajuda. A resolução muitas vezes é a inserção da criança na creche, mesmo ela não tendo completado um ano de vida.  

Dicas   
* Dizer a verdade é sempre importante. 
* Não deixe a criança na creche dizendo que vai ao banheiro e já volta. No dia seguinte seu filho não acreditará em você.  
* Antes de matricular seu filho na creche, conheça várias e assim decida qual te deixou mais segura para o desenvolvimento do seu filho.  
* A imunidade da criança pequena ainda não é total. Se as doenças na creche forem muito freqüentes acarretando perda de peso, é melhor deixá-la em casa. 

Bruno Rodrigues

Veja mais em: Guia do Bebê

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Férias com seu bebê: o que levar?!

Aproveitando que as férias escolares estão chegando, muitas famílias acabam escolhendo este período para relaxar e recarregar as energias antes de começar mais um ano, saindo de férias.

Férias são um tempo realmente precioso para todos. A mamãe pode descansar um pouco, sair de casa, ficar mais perto do marido, conhecer e ver pessoas novas. O papai pode aproveitar o tempo para passar mais tempo ao lado de seu filho, de sua mulher, da rotina do bebê, etc. Para o bebê o contato mais próximo com papai e mamãe juntos, favorece seu desenvolvimento, além disso, um ambiente novo pode trazer muitas descobertas para seu filho. Mas viajar com um bebê não é tarefa fácil: são roupas, mamadeiras, papinhas, fraldas, farmacinha e tudo quanto é apetrecho....

Pensando nisso, reuni aqui algumas dicas (de mãe para mãe) que podem ser úteis  para quem for viajar com um bebê:

1) Berço*: muitos hotéis dispõem de berço para bebês, ao fazer sua reserva, solicite um. Caso o hotel não disponha de berço, você pode comprar um daqueles desmontáveis (são caros, mas ótimos para quem viaja com frequência).

2) Banheira*: este também é um item do qual muitos hotéis dispõem. Você também pode comprar alguma banheira para viagem (existem modelos dobráveis e modelos infláveis) ou ainda usar uma piscininha inflável na hora do banho.

* Caso você esteja indo viajar através de alguma operadora de viagem, peça ao agente que solicite o berço e a banheira previamente para o hotel .

3) Farmacinha: pergunte ao pediatra quais os remédios que você deve levar na viagem (se vai viajar de avião, peça também as recomendações para hora da decolagem e aterrisagem) . Além disso, não esqueça do protetor solar, repelente contra insetos e produtos de higiene (shampoo, sabonete, pomada para prevenção de assaduras, lenço umedecido, algodão, talco, colônia, hidratante)

4) Fraldas: leve fraldas para o dia-a-dia (sempre com uma quantidade extra), fraldas noturna e fraldas para a piscina/ praia (Little Swimmers)


5) Hora da papinha: se o seu filho estiver mamando apenas no seio, ótimo! Mas, se ele já estiver comendo papinha, então você precisará de alguns recursos para a hora da papa. Alguns hotéis possuem "baby copa", geralmente disponíveis 24 horas, onde você encontra: geladeira, microondas e liquidificador acessíveis para a mamãe/papai preparar a comida de seu filho, esterilizar as mamadeiras, etc. Outra grande descoberta que fiz (essa é mesmo maravilhosa) é que alguns hotéis que dispõem de serviço de restaurante (grandes hotéis, resorts, e algumas pousadas) já tem um serviço específico para preparar as papinhas de bebê. Pergunte para o gerente do restaurante do hotel se eles podem preparar as papinhas para você (em alguns hotéis a mamãe monta um cardápio, diz como devem ser preparadas as papinhas e marca uma hora para ir buscá-las.. Pronto! O restaurante faz tudo!). Mas nem sempre é esta maravilha toda.. Então, levar papinhas prontas é sempre uma boa dica (nem que seja para aquele dia em que você não está nem um pouco a fim de ficar raspando frutas, ou amassando legumes). Existem no mercado diversas opções, doces e salgadas, de acordo com cada faixa etária. No entanto, seu filho pode não gostar destas papinhas, e aí, você vai ter que dar um jeito. Se este for o caso do seu filho, não precisa se desesperar achando que vc vai ter que passar suas férias enfiada em uma cozinha, veja se tem algum restaurante confiável em que você possa pedir um purê de batatas (sem sal, sem condimentos, puro mesmo!), ou uns legumes cozidos para vc mesma amassar na hora em que for dar o almoço (e misturar com a papinha pronta se for o caso)... O jeito é improvisar...  Ah, não esqueça dos babadores...

6) Roupas: não adianta a mala do seu filho vai mesmo ser enorme! Para não se perder, selecione primeiro as roupas de acordo com o clima do local e com o tempo de estadia.. Pegue algumas mudas de roupa a mais para os imprevistos (fralda que vaza, comida manchando a roupa, regurgitos, etc....).. Agora pegue alguns conjuntos de roupa para o clima oposto (Ex: se vc separou roupas de verão porque vai para a praia, leve também algumas de frio.. E vice-e-versa). Não esqueça de algumas fraldas de pano, toalha, travesseiro, manta (para levar sempre com você), sapatinhos, meias, sungas/biquinis, boné (calor)/ gorro (frio).

7) Apetrechos: Esterilizador de mamadeiras, chupetas, mamadeiras, brinquedos, bichinho/paninho que seu filho usa para dormir, escova de cabelo.

Ufa! Como você viram é tanta coisa que a coisa mais normal do mundo é a gente esquecer de alguma coisa, por isso meu último conselho é: faça a mala do seu bebê com 2 dias de antecedência, assim se você esquecer de algo, ainda terá tempo para se lembrar e colocar na mala. Mas se mesmo assim, você acabou esquecendo alguma coisa e já viajou, desencana, porque a única coisa que NÃO combina com férias é ser muito rígida consigo mesma...

Aproveite bem as férias!

domingo, 12 de dezembro de 2010

"MEU FILHO RECÉM-NASCIDO NÃO PÁRA DE CHORAR! E AGORA, DOUTOR?"

Essa é uma queixa bastante comum no consultório pediátrico. Pais e mães aflitos, exauridos após noites e noites em claro, sentem-se impotentes diante de uma criaturinha que não faz outra coisa senão chorar. É assim mesmo, os primeiros meses de vida do neném representam uma fase de adaptação: ao mundo fora do útero, aos pais, ao alimento etc. O mais comum é que essa adaptação seja externalizada como choro, a única maneira encontrada pelo bebê para comunicar ao mundo a sua angústia. Portanto, a princípio, não se preocupe, pois esse tipo de comportamento é a regra e não a exceção.
        Algumas dicas podem ser úteis, mas é sempre bom frisar que não existe fórmula mágica para o problema. A notícia boa é que, em geral, tudo desaparece no terceiro mês, e o choro é substituído por gostosas gargalhadas! Vale a pena esperar...
        1) Antes de mais nada, é necessário excluir causas orgânicas que possam estar levando ao choro: o bebê está mamando bem e ganhando peso conforme o esperado? A mãe tem leite suficiente? As regurgitações ("golfadas") aparentam ser excessivas? A criança só chora quando é manipulada? Há distensão abdominal e/ou flatulência? Está urinando bem (cerca de 7 a 8 vezes em 24h)? Há diarréia, sangue nas fezes, febre? Qualquer alteração aqui observada requer a pronta avaliação por um pediatra.
        2) Nunca é demais ressaltar que recém-nascido gosta é de pouco espaço. A regra aqui é: quanto mais aninhado, aconchegado em posição fetal, melhor! Nessa fase, o cestinho (moisés) é mais aconselhável do que o berço comum, onde o bebê se sente solto demais, desorganizado no espaço, desprotegido ... e , por isso, chora!
        3) Choro também pode ser sinal de calor, frio, fome ou fralda suja. Cheque atentamente cada um desses itens e saiba que, com o tempo, será até mesmo possíveldistinguir o que cada tipo de choro quer dizer.
        4) A mãe deve ser desencorajada a consumir estimulantes como café, chá preto ou mate, coca-cola e chocolate, pois poderá haver a passagem de cafeína para o leite materno.
        5) Ambientes com estímulos sonoros e visuais excessivos podem causar excitação no ebê. Abaixar o volume da televisão e do aparelho de som e falar mais baixo podem ajudar. Lembre-se de que a luz branca estimula, a amarela acolhe e a azul acalma. À noite, quando possível, deixe os ambientes à meia-luz.
        6) O silêncio profundo também pode incomodar o neném, acostumado com os barulhos característicos da vida intra-uterina. Por isso a criança tende a se acalmar quando colocada no colo, com o ouvido voltado para o coração da mãe. Sons repetitivos, como o tique-taque de um relógio ou o tum-tá das batidas do coração ajudam a acalmar e a embalar o sono. Hoje já é possível acessar no youtube sons que reproduzem o ambiente uterino com bastante fidedignidade.
        7) Alguns bebês gostam de ser embalados, o que lhes proporciona a lembrança das experiências de flutuação no líquido amniótico. Movimentos como o da cadeira de balanço ou o embalar dos braços de um adulto podem estão surtir efeito na hora de abortar o choro e tranquilizar o seu filho. Jamais sacudir a criança: isso só contribui para deixá-la mais agitada e pode, ainda, trazer consequências drásticas para a saúde dos pequenos, como hemorragias intracranianas.
        8) O banho morno de imersão em baldes específicos para bebês, produzidos com material atóxico, é uma nova moda que está fazendo bastante sucesso por aí. O neném tende a relembrar a experiência dentro do útero e o esperado é que venha a se acalmar e relaxar.
        9) A shantala, massagem indiana para bebês, vem também se tornando bastante popular. É aplicada com óleo corporal neutro infantil em todo o corpinho da criança e estimula pontos-chave para o relaxamento, além de aumentar o vínculo dos pais com sua criança. Nos postos de saúde do Distrito Federal, as mamães e seus rebentos podem participar de aulas práticas gratuitas sobre essa técnica. Não é difícil também, para os que preferem ser auto-didatas, achar no mercado livros e dvds sobre o assunto.
        10) Alguns nenéns só se acalmam quando estão "chupetando" o seio materno. Se for esse o caso, converse com o pediatra. ele saberá orientá-lo oportunamente.
        11) As chamadas cólicas do lactante surgem ao final da segunda semana de vida e podem se estender até os três meses. São uma das causas mais frequentes de choro contínuo, principalmente no período vespertino ou noturno. Nesses casos, o bebê tende a elevar as perninhas, encolhendo-as junto à barriga, ao mesmo tempo em que chora e aparenta sentir dor. Algum alívio pode ser obtido massageando o abdômen primeiramente com movimentos repetidos de cima para baixo, aplicando-se, com as mãos, uma leve pressão. Em seguida, deve-se partir para a massagem com movimentos circulares amplos, sempre no sentido horário. Finalizando, os membros inferiores da criança deverão ser fletidos e estimulados sucessivas vezes. Uma outra medida que também constuma trazer algum conforto quando a cólica aparece é deixar o bebê deitado de bruços por alguns minutos sobre a barriga da mãe, no contato direto pele a pele.
        12) A ansiedade dos pais é sempre captada pelo bebê, o que o torna ainda mais e mais agitado, num círculo vicioso que parece não ter fim. Por isso, vale a pena ressaltar: a tranquilidade e a confiança são, nesse caso, recursos terapêuticos imprescindíveis! E, acreditem, no final tudo sempre acaba bem.
        Por fim, nunca é demais lembrar aos novos papais e mamães que a visita ao pediatra até o final da primeira semana de vida e, sem seguida, logo antes do neném completar um mês é sempre recomendada. Somente o médico poderá avaliar cada caso e passar todas as orientações necessárias. A saúde do seu bebê agradece!
1º TEN QOPMS Luciana Tonussi Arnaut - Médica Neuropediatra


Veja mais em: PMDF - Policlínica

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

TRANSTORNOS DA INFÂNCIA PRECOCE E PRIMEIRA INFÂNCIA

Existem diversos transtornos emocionais que qualquer ser humano está sujeito a ter, inclusive as crianças e adolescentes. O tratamento adequado desses transtornos de forma e em época adequadas, proporciona não só às crianças e adolescentes um melhor desenvolvimento, senão também à família e, em última instância, à sociedade.
O contacto precoce íntimo da criança com a mãe, imediatamente depois do nascimento terá um significado emocional muito grande para o futuro emocional da pessoa.


Os gestos e carinhos com que a mãe toca seu filho recém nascido, a conversa simbólica cujo significado é mais sentido que compreendido pela criança, a sensação tranqüilizadora que a criança sente quando sente seu corpo junto ao corpo da mãe, quando capta os batimentos cardíacos no peito da mãe são experiências afetivas primordiais que ficarão eternamente presentes no perfil afetivo dessa criança.
Esta etapa de relacionamento afetivo íntimo mãe-bebê tem sua influência mais marcante entre os 3 e 10 anos (da infância precoce até a idade escolar, ou primeira infância). E nessa etapa as crianças necessitam do relacionamento afetuoso com os adultos, de um contacto que estimule segurança, confiança e proteção.
Alterações no relacionamento mãe-filho nessa faixa etária podem ter conseqüências danosas ao desenvolvimento infantil e seqüelas que podem se perpetuar ao longo da vida adulta. Essas conseqüências dependerão da época (quanto mais precoces piores), das características afetivas inatas da criança, da personalidade da mãe e das circunstâncias desse relacionamento. 


Veja mais: PsiqWeb

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