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segunda-feira, 6 de maio de 2013

QUANDO SABEREI SE O MEU FILHO É DESTRO OU CANHOTO

Mesmo que seu filho pequeno comece a mostrar preferência pela mão direita ou esquerda, você só saberá ao certo se ele é destro ou canhoto quando tiver 2 ou 3 anos de idade, pois aí ele vai começar a usar uma das mãos com maior frequência. Algumas crianças podem ser ambidestras (usam as duas mãos igualmente) até os 5 ou 6 anos de idade, quando finalmente optam por uma delas.
Ser canhoto ou destro é determinado, em grande parte, pela genética. Se você e seu companheiro são canhotos, seu filho tem de 45% a 50% de chances de ser canhoto também (cerca de 10% das pessoas são canhotas).

Para saber qual lado é predominante na criança, experimente entregar um brinquedo ou jogar uma bola. Ela provavelmente vai pegar com a mão dominante, que será a mais forte ou a mais habilidosa.

Caso seu filho pareça dar preferência clara a uma das mãos antes de ter 1 ano e meio, converse com o pediatra, pois isso pode ser sinal de problemas de desenvolvimento motor.

Lembre-se de que não é uma boa idéia tentar influir na preferência do seu filho pela mão direita ou esquerda, porque a coordenação motora dele está em desenvolvimento. A genética não explica totalmente por que alguém é canhoto ou destro, e parte do motivo também está no sistema nervoso da criança.

Por isso, forçá-la a usar a mão direita, por exemplo, quando na verdade ela é canhota, não funciona a longo prazo e vai apenas confundi-la, levando até a problemas na escola no futuro. 

Laura Jana (Pediatra)


Do Site: BabyCenter

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

Massagem para bebês com necessidades especiais
Um bebê com dificuldades mentais, visuais, auditivas ou de desenvolvimento não consegue, por vezes, responder de forma normal aos sinais dos pais.
As reações emotivas destes, ao descobrir o problema do seu recém-nascido, variam enormemente entre a confusão, culpa, medo, irrealidade, depressão, racionalização e aceitação.
Estes sentimentos naturais podem aflorar e aparecer de forma frequente ao longo do processo de adaptação mútua e a cada novo estágio de desenvolvimento do bebé.
A massagem infantil pode ser um sistema maravilhoso de união entre pais e filhos com necessidades especiais. Apesar das vantagens fisiológicas serem muitas, o objectivo principal da massagem é a interacção e a conexão entre eles. Não é uma terapia, mas antes uma forma de partilharem o seu amor. É muito importante os pais conhecerem bem o seu bebê, a forma como o seu corpo reage quando está tenso, ou relaxado, o aspecto e o aspecto do seu abdômen quando tem gases, ou não, a diferença entre dor e tensão. Este conhecimento é importante já que podem ocorrer problemas graves de saúde.
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Bebês com problemas de desenvolvimento:
Os problemas de desenvolvimento manifestam-se de formas muito distintas, podendo ser necessário relaxar ou estimular o tónus muscular.
Para além dos benefícios gerais, iguais para todos os bebês, a massagem infantil ajuda os bebês com problemas de desenvolvimento, na medida em que ajuda ao relaxamento da respiração, melhora a deglutição (apropriada para os bebês que se babam muito e respiram só pela boca), é uma estimulação oral e uma terapia alimentar para os bebê muito sensíveis na zona da boca.
O amor das carícias e a segurança das mãos dos pais são elementos muito importantes para o desenvolvimento do bebé.
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Bebês com problemas de visão:A massagem pode ser uma experiência muito positiva para os bebês que têm dificuldades na visão, já que estes precisam de uma estimulação tátil para definir o seu mundo.
A estimulação tátil produz resultados muito satisfatórios em bebês de tenra idade. Os problemas de visão não produzem uma diminuição do comportamento emotivo e de aprendizagem nos bebês que recebem este tipo de estimulação.
Estudos mostram que bebês que receberam vinte minutos diários de massagem, apresentaram um maior desenvolvimento da atenção visual, o que indica que a estimulação tátil melhora a exploração visual. Bebês, com problemas de visão, cujos pais criaram vínculos emotivos com eles, são muito mais sociáveis e desenvolvem uma maior capacidade de atenção e resposta nos primeiros meses de vida.
A massagem ajuda todos os bebês a formar um esquema corporal positivo, com confiança e segurança.
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Bebês com problemas auditivos
Os bebês com problemas de audição tem as mesmas necessidades de contato físico como os outros. Uma comunicação de amor é o elemento mais importante na vida de qualquer bebê. Os que tem limitações auditivas precisam de alguém que fale com eles. Durante os primeiros tempos, o som estimula o desenvolvimento das conexões nervosas entre o ouvido e o cérebro do bebé.
A massagem diária enriquece não só o bebê com este tipo de dificuldades, mas também os pais. Ajuda-os a conhecer melhor o filho, a amá-los mais e a valorizar a sua forma única de comunicar com o Mundo.
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Bebés com quadros clínicos gravesTodos os bebês, sejam eles prematuros, soropositivos, expostos a drogas, com mães deprimidas, com história de abusos sexuais e físicos, com asma, autismo, diabetes, artrite reumática, atraso no desenvolvimento, alterações alimentares, dermatites, câncro, queimaduras e alterações pós-traumáticas, se beneficiam sempre com o contato físico que a massagem proporciona. Em todos estes casos, a massagem produz uma descida das hormonios de stress e melhora os valores de todos os exames clínicos.
Extraído do livro "Massagem Infantil" de Vimala McClure
 
 

sábado, 30 de junho de 2012

Meu filho esta mordendo, Oque fazer????

 

O QUE EU FAÇO? MEU FILHO ESTÁ MORDENDO

Isabel Cristina Hierro Parolin

em 25. mai, 2009 por em Artigos

Essa pergunta normalmente é feita por pais que têm um filho que morde e pela professora que deve administrar essa situação em sala de aula, sem falar na reação dos pais que têm o filho mordido, os quais também não sabem como agir.
Morder faz parte do desenvolvimento de uma criança e é aceitável entre 1 a 3 anos e meio. No entanto, essa manifestação causa transtornos enormes tanto para as famílias da criança que está mordendo quanto para o contexto social em que a criança está inserida, quer seja na escola, na casa dos avós, um parque, etc.
Geralmente os pais se sentem impotentes diante das mordidas e a tendência é proteger a criança não a expondo em situações de convívio, o que pode vir a tardar a aprendizagem de não morder o outro. Não podemos esquecer que nessa idade a criança está aprendendo a conviver e está conhecendo o mundo e seu funcionamento.
A criança morde por vários motivos: para experimentar simplesmente, para explorar e descobrir coisas, para se diferenciar, para lidar com a sua frustração, por estar com fome, com sono, por estar cansada, para chamar a atenção. Não é raro também a criança morder para ver a reação das pessoas, e isso, ao mesmo tempo que a maravilha, igualmente a assusta.
É preciso perceber se a criança morde por impulso, para reagir a algo, ou se ela morde para se comunicar. De qualquer forma é preciso educar a criança que morde a buscar um comportamento social mais adequado. Os pais darem limites a criança é bom. Demonstrar que o que ela fez doeu e que vocês não gostaram. Afirmar que vocês não deixarão que aconteça novamente transmite segurança e ajuda muito. ” Eu sei que você está cansado, mas fale pra mim ao invés de morder…” ” Não será desta forma que seu coleguinha vai brincar com você…” ” Você não pode morder as pessoas quando quer algo, é preciso dizer o que quer…” . Importante é que os pais ou professores demonstrem segurança para a criança e que eles estão ao lado dela para ajudá-la a controlar e adequar esse comportamento.
É inútil e inadequado morder a criança para ela perceber como é ruim. Isso assusta e não educa. Também não é adequado pedir que ela se coloque no lugar da criança que foi mordida. A criança nessa faixa etária não consegue se colocar no lugar do outro e avaliar a situação sob outra ótica. Pior ainda quando os pais pedem para a criança colocar-se no lugar deles. ” O que você faria se seu filho fizesse isso?” Esse tipo de orientação só deixa a criança confusa, e muitas vezes aumenta ainda mais a sensação de incompreensão do que está ocorrendo. A criança também se assusta ao morder e perceber a reação do outro. Melhor é dar outras saídas. “Meu filho, isso dói!  Morda esse brinquedo”, ou então, sugira para ele morder bem forte a bolacha, mas não morder as pessoas!
É importantíssimo que a criança não se sinta culpada pelo que está acontecendo. Se os pais se desestabilizarem, acabarão gerando insegurança na criança e possivelmente ela morda ainda mais.
Em sala de aula a conduta da professora deve ser semelhante aos dos pais. À criança que morde deve demonstrar que ela pode se manifestar de forma diferente e à criança mordida explicar que o coleguinha não queria machucar, sem deixar de dar a devida importância e atender ao susto e dor da mordida.
Os educadores concordam que uma criança se desenvolve através de brincadeiras e jogos que estão relacionados, encaminhando-se de estágios mais primitivos para outros mais elaborados. Se o adultos que cercam uma criança a impediram de vivenciar,compreender e dominar cada etapa do seu desenvolvimento, ao invés de ajudarem, correm o risco de tardar a conquista da maturidade e da compreensão do mundo de seu filho.
Morder faz parte de uma das etapas do desenvolvimento e deve ser tratada dessa forma. A criança não é uma mordedora. Com calma e bom senso estamos preparando os nossos filhos para as vicissitudes da vida, que sabemos, não são poucas.

Do Site:

 

domingo, 10 de junho de 2012

DENTES - No Bebê

O primeiro dentinho

Muitos pais sentem-se perdidos quando nasce o primeiro dentinho da criança, pois acreditam que o bebê está sentindo dor, sofrendo. Para o alívio dos pais, odontologistas garantem que o nascimento dos dentinhos não dói. O que acontece é apenas um incômodo devido à presença daquela novidade na boca da criança.
Nessa fase, a criança tende a levar mais coisas na boca devido a esse incômodo, e por isso muitas vezes essas crianças tem episódios de febre baixa, diarréia ou outros probleminhas. Essas reações do corpo não estão relacionadas ao nascimento do dente, mas sim às coisas que as crianças levam à boca.
Dessa forma, a mãe deve estar vigilante nessa fase impedindo que o bebê queira “morder” tudo o que vê pela frente. O ideal é oferecer para os bebês mordedores esterilizados, ou pelo menos desinfetados, para diminuir a possibilidade de ocorrência desses probleminhas.

Paula R. F. Dabus


Do site: GUIA DO BEBÊ click na imagem e veja mais.





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