segunda-feira, 4 de julho de 2011

Globo Reporter- Veja o que fazer com o medo infantil

Medos infantis

sábado, 21 de maio de 2011

O que fazer se a criança bater a cabeça

Esse acidente é bastante comum entre os pequenos. Como no bebê a cabeça é maior e mais pesada do que o corpo, ele não tem muito domínio e pode batê-la no berço, no carrinho ou no chão... Quando começam a se movimentar os riscos aumentam. A boa notícia é que são raríssimos os casos de traumatismos graves nessa idade. O que ocorre é o hematoma subgaleal, o famoso galo. Isso porque a caixa craniana do bebê é bastante maleável e forte. Um capacete! Para tratar o galo, que se forma imediatamente após a pancada, devido à hemorragia dos vasos subcutâneos, use gelo. Coloque duas pedras envolvidas em uma fralda ou em um pano macio e faça leve pressão no local da batida. Isso fará com que ocorra vasoconstrição, diminuindo o aporte de sangue no local. Assim o hematoma sumirá ou ficará bem pequeno. Se a criança quiser dormir logo após o acidente, tudo bem. Fique atento apenas para sintomas como desmaio, vômito, tontura e palidez. Se aparecerem, leve seu filho ao pronto-socorro no mesmo momento. 
 
 
Retirado do site: www.e-familynet.com


domingo, 15 de maio de 2011

domingo, 8 de maio de 2011

Dia das Mães


No segundo domingo de maio comemora-se o dia das mães.
A data surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.
As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de “mothering day”.
Mãe é a mulher que gera e dá à luz um filho, mas também pode ser aquela que cria um ente querido como se fosse sua geradora, dando-lhe carinho e proteção.
As mães merecem respeito e muito amor de seus filhos, pois fazem tudo para agradá-los, sofrem com seus sofrimentos e querem que estes estejam sempre bem.
Com o passar dos anos, o dia das mães aqueceu o comércio de todo o mundo, pois os filhos sempre compram presentes para agradá-las e para agradecer toda forma de carinho e dedicação que recebem ao longo da vida.
Nas diferentes localidades do mundo, a comemoração é feita em dias diferentes. Na Noruega é comemorada no segundo domingo de fevereiro; na África do Sul e Portugal, no primeiro domingo de maio; na Suécia, no quarto domingo de maio; no México é uma data fixa, dia 10 de maio. Na Tailândia, no dia 12 de agosto, em comemoração ao aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit. Em Israel não existe um dia próprio para as mães, mas sim um dia para a família.
No Brasil, assim como nos Estados Unidos, Japão, Turquia e Itália, a data é comemorada no segundo domingo de maio. Aqui, a data foi instituída pela associação cristã de moços, em maio de 1918, sendo oficializada pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1932.


Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

PS. Agradeço a minha amiga Paula Negrão, contadora de história, que selecionou esse texto e me enviou.

domingo, 1 de maio de 2011

ALIVIANDO DORES DE BEBÊS PREMATUROS


Quando o bebê começa a morder

Paladino
Quando você menos espera, nhac! Seu anjinho ainda está mamando e já ataca seu peito sem piedade, com uma mordida daquelas, experimentando o uso e a força dos primeiros dentinhos. Você pode não ter se dado conta, mas os dentes são o primeiro recurso que a criança ganha e que pode ser usado para intervir no ambiente, para mostrar aos outros que ela tem presença ativa. As mordidas podem começar assim.
Depois, seu filho morde os brinquedos, como uma forma de exploração. Mais crescido, porém, pode usar a mordida para expressar descontentamento, fazendo vítimas entre os amiguinhos, os avós ou até mesmo a babá e a professora. “Por não articular bem as palavras, a criança dessa idade exprime-se por meio do corpo e dos gestos. Para ela, morder é uma forma natural de mostrar ao outro que está com raiva”, afirma a psiquiatra Lidia Strauss, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O que fazer
As mordidas são uma fase passageira. No entanto, mesmo que pareçam de brincadeira e não machuquem ninguém, não devem, jamais, ganhar aprovação. Caso contrário, a criança pode pensar que o que fez é bom. Palavras como “dói” e “não pode” são a melhor reação para orientar a criança a não morder. Segundo a psiquiatra Lidia, alongar as explicações não adianta, porque o filho dessa idade não entende. “Aos poucos, ele aprende a reconhecer os sinais dos pais que indicam o que não deve fazer.”

Mordidas demais
Com o tempo, também, a criança aprende outras formas de se expressar e deixa as mordidas de lado. Se isso não acontecer a partir dos 3 ou 4 anos, e seu filho continuar a usar a mordida para aliviar tensões, é melhor ficar atenta. “Toda criança pode se alterar momentaneamente, por exemplo, numa brincadeira. Mas mordidas demais sinalizam agressividade sem controle”, diz Lidia. Se a ação se repetir com freqüência, a médica aconselha a procurar a ajuda de um profissional. Seu filho morde porque...está insatisfeito e quer mostrar isso; quer demonstrar força e ver a reação que provoca; não tem vocabulário suficiente para se expressar. Você deve conter tal comportamento sempre, impedindo que ele morda; dizer a ele que isso pode machucar as pessoas; procurar orientação se as mordidas se tornarem rotina.  

Agressor e agredido
Os pais dos mordedores costumam ser mais relaxados do que aqueles que enxergam no corpo do filho dentadas alheias, segundo a pediatra Sandra. Se você está entre o grupo dos filhos mordidos, também relaxe. Quando a criança começa a viver em grupo, acaba descobrindo como se defender e se impor entre os coleguinhas. E uma hora ela vai avisar ao amigo mordedor que não gostou e não quer ser mordida de novo. Nunca incentive seu filho a revidar. "Os pais jamais devem estimular a agressão", ensina Sandra. 

terça-feira, 26 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

VOCÊ BATE NO SEU FILHO?


10 perguntas sobre palmada


Bruna Menegueço e Cíntia Marcucci
 
                   Shutterstock
Se você acha que um tapa no seu filho vai fazer com que ele aprenda sobre limites e respeito, mude de atitude já! A seguir, veja respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto e, ainda, opções que vão além da palmada para impor limites mesmo nos momentos mais difíceis.

1 - O tapinha carinhoso deve ser considerado agressão?
O contato físico entre filhos e pais é fundamental. Nesse caso, você deve ter bom senso e analisar a situação. O tapa representa uma violência, a criança sente dor. Se esse for o caso, o tapa deve ser considerado uma agressão. Do contrário, se o contato faz parte de uma brincadeira, é leve e não incomoda, tudo bem. Mas o tapa pode ser um gesto mandatório e nem sempre os adultos percebem a força exercida. Na dúvida, não faça.

2 - O que a criança sente quando está apanhando?
Depende da idade. De um modo geral, a criança se sente agredida e não consegue relacionar o motivo da violência ao que fez para provocar aquilo. Ele sente medo e isso pode gerar traumas, afinal, ela está apanhando por um motivo não compreendido.

3 - Como a palmada se forma na memória do adulto?
Ninguém tem lembranças boas de um tapa. Mas como ele vai ser registrado na memória definitiva, varia de acordo com o vínculo afetivo estabelecido com os pais.

4 – Nesse caso, a palmada pode se transformar em algo aceitável, ou seja, um valor da família?
Sim. Antigamente, a palmada era usada como instrumento de educação de forma habitual. Dessa forma, o adulto pode entender que só é possível educar dessa forma, transmitindo os valores de violência e agressão para futuras gerações.

5 - Na minha casa, fui criado à base de palmada e hoje não tenho traumas. Por que, então, ela pode ser prejudicial ao meu filho?
Se você pensar dessa forma, deve voltar a assistir TV em preto e branco, andar com carros antigos, usar as roupas fora de moda. O mundo evoluiu em todos os sentidos, principalmente na forma de educar, que é a base da sociedade. Além disso, é impossível prever como um tapa será recebido por uma pessoa. Há quem seja mais tolerante e outros que sofram mais. Quem vai querer pagar para ver se isso causará problemas no filho, se existem outras maneiras de educar?

6 - Por que bater não educa?
Quando o adulto bate no filho, ele está reconhecendo que ficou impotente diante da atitude da criança. Mostra claramente que perdeu o controle de si mesmo e a agressão passa a ser a única maneira de manter a autoridade. A força física de um adulto é maior e se amplia nos momentos de raiva. Testar os limites dos pais é um comportamento típico que faz parte do aprendizado da convivência em família. Embora não seja fácil, os adultos devem lidar com as manhas com carinho e desenvolver a capacidade de dialogar e explicar as coisas para a criança sem violência. Afinal, ela é capaz de entender mais do que se imagina. Além disso, depois de bater muitos pais se arrependem. Essa atitude contraditória não é positiva para a criança.

7 - Quais são as consequências da palmada para vida da criança?
Em primeiro lugar, a criança primeiro não entende por que está apanhando. Pode sentir raiva do adulto e aprender que a força é um meio aceitável de conseguir o que quer. Além disso, para descontar o tapa que levou dos pais, vai bater nos amiguinhos. O adulto não tem moral para dizer que isso é errado, as referências da criança ficam, portanto, confusas. Para piorar, após a agressão, ela vai remoer coisas antigas, trazer à tona mágoas de quem o agrediu e até mesmo querer se afastar do agressor.

8 – Ela pode, ainda, ter outros problemas no futuro?
Sim. A criança que apanha também pode ter dificuldades para respeitar autoridades e receber ordens, já que era controlada pela força física. Ela obedecia para não apanhar ou somente depois de levar uns tapas. Assim, na ausência do castigo físico, perde as referências de até onde pode ir.

9 - Como agir em situações em que as crianças tiram os pais do sério ou ultrapassam limites, como birras e escândalos em lugares públicos?
A questão é colocar os limites claramente para as crianças antes, conhecer bem os seus filhos. Tapas não são capazes de corrigir as falhas na educação. O diálogo, a explicação de que aquilo não é certo, com carinho, é mais eficiente. Pois, dessa forma, a criança compreende melhor. O tapa só vai estancar uma ação que provavelmente irá se repetir.

10 – Em vez de bater, tem problema gritar com a criança?
Sim. Substituir os tapas por gritos também não adianta. É um tipo de agressão verbal, por isso, tem praticamente o mesmo efeito da violência física.

Fonte: Kátia Teixeira, psicóloga da clínica EDAC (SP), Cacilda Paranhos, especialista contra a violência infantil do Laboratório de Estudos da Criança (Lacri), do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)

OBS: Retirado do site da Revista Crescer
Veja mais sobre o assunto clicando aqui

terça-feira, 5 de abril de 2011

Meu bebê deve ou não arrotar?

O assunto arroto sempre permeia as rodas de conversas das mamães que normalmente têm muitas dúvidas em relação ao tema. Será que realmente o bebê deve arrotar? E se não arrotar, tem algum problema? Até quando eu tenho que colocar meu bebê para arrotar?
Realmente essa questão gera alguns pontos de interrogação, já que as mamães não conhecem o motivo que faz do arroto um cuidado importante no dia-a-dia de um bebê. Aproveitando, mamãe: você sabe como surge o arroto? É válido o bebê arrotar? Bem, vamos lá... Quando o bebê está mamando, seja no peito ou na mamadeira, geralmente há uma ingestão de ar, isto é, o bebê engole ar.Isso ocorre principalmente em bebês que mamam em mamadeira, pois a anatomia entre o peito da mãe e a boca do bebê é perfeita, se encaixando de uma forma que dificulta a entrada de ar se mamãe e bebê estiverem em posição correta. Já o encaixe do bico da mamadeira e a boca do bebê não é tão perfeita assim, facilitando a entrada de ar. O ar entra até o estômago do bebê que é mais leve que o leite e por isso tende a voltar. Quando o ar volta é o que conhecemos por arroto, que pode vir acompanhado de uma pequena quantidade de leite, a regurgitação. Por normalmente o arroto vir acompanhado de uma regurgitação, o bebê que estiver deitado de costas ou de bruços no berço pode aspirar o leite que voltou e se asfixiar.Portanto, a questão se deve arrotar ou não é relativa. Caso o bebê mame sem problema (sem entrada de ar), não existe a necessidade de esperar um arroto. 

Arroto contra cólicas - Outra conseqüência do bebê que engole ar e não arrota são as cólicas. Com o estômago cheio de ar e o sistema digestivo ainda imaturo, aparecem as terríveis cólicas. Os bebês choram muito e nada os consolam.O arroto é uma forma de tentar evitar que as cólicas apareçam. Fazer massagens na barriga e exercícios tipo bicicleta no bebê de barriga vazia são maneiras de fazer com que o bebê elimine os gases e também evitar as cólicas. Depois da mamada, a mamãe deve colocar seu bebê na posição vertical com a cabeça no seu ombro e a barriga encostada no peito. O arroto aparece até os dez primeiros minutos, às vezes, pode demorar um pouco mais. 

Posições ideais para o bebê - A mamãe não deve se preocupar caso seu bebê não arrote. Provavelmente a mamãe não ouviu o arroto, que nem sempre vem com barulho, ou o bebê não engoliu ar durante a mamada e, portanto, não tem ar para sair, não havendo o arroto. Se a mamãe estiver com muita pressa ou tem um compromisso que a impeça de colocar seu bebê para arrotar, é melhor que coloque o bebê deitado de barriga para cima. (A posição em que o bebê deve ficar deitado foi, é e continuará sendo alvo de vários estudos. Atualmente a posição "de barriga para cima" é aconselhada como a mais segura. Clique aqui e leia mais sobre esse assunto.)
Uma das melhores posições para que o bebê não engula ar durante a amamentação é aquela em que o bebê fica com a cabecinha apoiada na volta de dentro do cotovelo da mamãe, barriga encostada com a barriga da mamãe e de boca bem aberta abocanhado a maior parte da aréola do seio da mamãe. Colocar o bebê para o arrotar deve ser um cuidado por pelo menos até o sexto mês de vida do bebê onde o sistema digestivo do bebê já está bem mais maduro.

Dicas
Coloque o bebê na posição vertical com a cabecinha no seu ombro e se precisar dê uns tapinhas bem levinhos nas costas para estimular o arroto. Ao colocar o bebê no berço sempre coloque-o de barriga para cima mesmo que ele tenha acabado de mamar e não tenha arrotado. O arroto não está associado à saciedade do bebê. Se o bebê mamar corretamente, sem engolir ar, não tem motivo para forçar um arroto.


Veja mais em: Guia do Bebê

terça-feira, 1 de março de 2011

Brinquedos e brincadeiras

É inevitável, cada vez que nasce uma criança, a primeira coisa que todos pensam em oferecer-lhe são brinquedos.
Se bem que a criança pequena (e até as maiores) se possam entreter com qualquer objecto e dele tirarem muito prazer nas brincadeiras, os parentes, amigos e os próprios pais não resistem quando encontram um brinquedo colorido e logo o resgatam para a nova criança.

Mas por vezes a escolha é difícil porque o que era divertido no tempo de infância dos pais e amigos, passou de moda agora, estando as crianças cada vez mais exigentes em relação a tudo o que implique brincadeiras, muito por influência da televisão.

Dos 0 ao primeiro ano de vida o bebé está numa etapa em que é muito importante desenvolver todos os sentidos e por isso deve escolher brinquedos que facilitem o desenvolvimento da visão, da apreensão, do tacto e da audição.

A velha rosca sonora é uma novidade para o bebé e estimula a coordenação entre os membros. Neste período, são estabelecidas as primeiras associações e relações de causa-efeito, por isso são tão importantes os brinquedos que as possam estimular.

Durante os primeiros meses, pendura no berço objectos leves e coloridos que se mexam a qualquer movimento da criança, permitindo-lhe seguir com o olhar as ondulações do brinquedo.

Numa fase em que o bebé já mexe em tudo o que lhe colocam nas mãozinhas, são aconselháveis os brinquedos inquebrantáveis, feitos em material como a borracha, a madeira, plástico, pano ou peluche.
Jogos de cubos, de encaixar, empilhar ou outros são os ideais. No banho, a criança também gosta de estar distraída e por isso alguns bonecos impermeáveis ou insufláveis vão fazer as delícias do bebé.

Com o surgimento dos primeiros dentes, o bebé vai necessitar de argolas onde possa morder e quando começar a gatinhar, pode descobrir muitas surpresas nos tapetes de actividades, recomendados a partir dos três meses de idade.

Do primeiro ano aos três primeiros anos, a criança começa a descobrir-se a si mesma e a imitar os adultos nas diferentes situações em que os vê como cozinhar, atender o telefone, conduzir, etc. Na procura da sua autonomia, quererá fazer o mesmo, por isso pode oferecer-lhe brinquedos que imitem a realidade, como jogos de ferramentas, conjuntos de jantarinhos, conjuntos médicos, etc.

É também a altura em que a criança começa a caminhar e a empurrar objectos, por isso irá apreciar os brinquedos que rolem e sobre os quais se possa apoiar, como carrinhos ou triciclos. Um cavalo de baloiço será a entrada para um mundo de aventuras.

Bolas, jogos de encaixe e de empilhar e os bonecos ainda podem continuar a fazer parte da lista de compras, bem como os telefones de plástico com botões e jogos de actividades.

Na hora do banho ele vai apreciar bombas de água, rodas, entre outros e também jogos de construção que podem servir tanto para o banho como para as horas de brincadeira.

E agora vem a idade mais complicada, em que tudo aquilo que vêem lhes agrada, dominando a imaginação e a fantasia. Querem imitar os adultos mas já não apenas nas tarefas diárias de casa. Agora são médicos, comerciantes, secretárias, etc. Por outro lado, gostam de imitar os super-heróis que vêem na televisão e de possuir os brinquedos com a sua marca. Na hora da ternura, ainda preferem os bonecos de pano ou de peluche.

Aqui ficaram portanto, algumas dicas para as próximas compras, porque nisto de brinquedos, não é para brincar.

Veja mais em: ABC do BEBÊ


domingo, 20 de fevereiro de 2011

UM BANHO NA FEBRE


Estudo realizado no Instituto Materno-Infantil Professor Fernando Figueira, em Recife, Pernambuco, comprova que o banho morno é muito bem-vindo em casos de febre.


A febre é sinal de que algo não vai bem. Assim, diante do perigo, o cérebro ordena a produção de substâncias que elevam a temperatura corporal para destruir intrusos como vírus e bactérias. “A vantagem do banho morno é a de abaixar a temperatura rapidamente”, afirma o pediatra João Guilherme Bezerra Alves, um dos autores do estudo.

O médico conta que foram avaliadas 120 crianças com idade média de 3 anos. “O uso exclusivo de antitérmicos é bastante eficaz, mas sua atuação demora cerca de 40 minutos”, diz ele. Segundo Alves, o ideal é usar a medicação aliada à imersão na água, que deve estar entre 30 e 32 graus. Esfregar delicadamente o corpinho do pequeno com uma esponja também colabora para dispersar o calor. Vale ressaltar que é importante comunicar ao pediatra os episódios febris e levar a criança direto ao consultório se ela for menor de 6 meses. 

Veja mais em: BEBE.COM.BR

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Como saber sobre o momento certo de tirar a fralda da criança

Muitos pais se perguntam qual o momento certo de tirar a fralda do filho. Muitos se preocupam tanto que acabam deixando a criança estressada e atropelando o curso normal do seu desenvolvimento. Veja aqui algumas dicas para ajudar seu filho nesta fase tão delicada:      
1.  A criança por volta dos dois anos já começa a ter controle dos esfíncteres. Ela está saindo, segundo Freud, do período oral (fase em que leva tudo à boca) para entrar na fase anal (período em que descobre as fezes). 
2.  A criança sente interesse pelo que se desprende do seu corpo e para ela isto é o máximo. É como se dissesse “nossa isto saiu de mim!”, “Eu produzi isto!”. Muitas vezes a criança sente vontade de manipulá-las, aí entra a nosso papel de impedi-la e ensiná-la que isto não é correto. Porém, isto não deve ser levado ao extremo, já que poderá causar mais tarde uma neurose obsessiva por limpeza, segundo Freud. 
3.  Ofereça, nesta fase, massa de modelar, argila para que ela possa manipular estes objetos e não queira manipular as fezes. 
4.  Nesta fase dos dois anos você poderá começar a deixar seu filho sem fraldas durante o dia. Não se apresse em tirar a fralda noturna ainda. 
5.  Compre um vasinho tipo privadinha com tampa, assim ele se sentirá orgulhoso por estar usando um parecido com os dos pais, ou compre um adaptador para seu vaso. 
6.  Mesmo que a criança já saiba pedir para ir ao banheiro, é perfeitamente normal, no início, que a criança faça xixi ou cocô nas calças. Portanto, um alerta: esteja preparada para isto, do contrário, se você demonstrar irritação, você só ajudará seu filho a regredir e, no futuro, poderá ter danos sérios em seu comportamento.  
7.  Ensine a criança a pedir para ir ao banheiro quando sentir vontade. Insista nesta idéia, mas não de forma ameaçadora, e sim como uma parceira do seu desenvolvimento. 
8.  Uma dica é de em uma em uma hora perguntar se a criança está com vontade de ir ao banheiro. Depois ela mesma já irá pedir. 
9.  Quando perceber que já há um maior controle, é hora de começar a tirar a fralda noturna. 
10. Comece a verificar se a fralda está amanhecendo sequinha. Se sim, é uma boa notícia. Se não, espere mais um pouco. 
11. Retire a fralda antes de dormir. Explique para ela que irá retirar a fralda e por isso ela deverá fazer xixi no vaso antes de dormir. 
12. Geralmente as crianças tomam uma última mamadeira por volta das 22h. Pegue a criança e leve-a para urinar após a mamada, no vasinho ou na tampa adaptável. Crianças, mesmo dormindo, conseguem urinar. Algumas pessoas utilizam a técnica de deixar a água da torneira ligada, mas cuidado pois você não poderá não ouvir o barulho do xixi e ficará na dúvida se ela fez realmente. Você pode sussurrar no ouvido da criança um "xiiiixiiii". 
13. Mesmo que ela passe dias sem fazer xixi à noite, é normal que aconteça de fazer novamente. Um sonho ruim, medo do escuro e outros motivos podem contribuir para que isto aconteça. Se isto acontecer, pegue um saco - pode ser daqueles de lixo grande -, abra-o no meio e forre o colchão na altura da cintura para baixo, coloque o lençol por cima. É provável que isto se repita nos próximos dias. 
14. Se a criança, com mais de cinco anos, persistir em urinar na cama, comece a observar o que está acontecendo. Filmes, jogos agressivos de computador, um coleguinha ameaçando-o, são algumas coisas que podem deixá-lo com medo, fazendo com que não consiga segurar a urina. Há também casos de problemas no sistema urinário. Uma ida ao urologista para tirar a dúvida é muito importante.


Atenção:
Lembre-se: paciência e cumplicidade são as armas fundamentais para esta vitória. Não tente atropelar o desenvolvimento da criança. Não a agrida verbalmente nem fisicamente, você só irá deixar a criança mais nervosa e com o sentimento de incapacidade. Faça sempre elogios diante de cada conquista, e se caso ela falhar diga: "da próxima vez você consegue!".  Lembre-se que se o desenvolvimento da criança não ocorrer de forma satisfatória, poderá haver problemas em relação à sexualidade na fase adulta
Simaia Sampaio  (Salvador, BA, Brazil)
Psicopedagoga clínica e Pedagoga. Atendo crianças, adolescentes e adultos com dificuldades de aprendizagem, dislexia, hiperatividade, dentre outros. Faço orientação vocacional, supervisão para psicopedagogos. Sou professora de Pós-graduação do curso de Psicopedagogia da Faculdade São Bento e orientadora de estágio em Psicopedagogia clínica. Entre em contato: contato@psicopedagogiabrasil.com.br Acesse meu site: http://www.psicopedagogiabrasil.com.br

 Veja mais em: PSICOPEDAGOGIABRASIL

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Fase de adaptação à creche


Uma das principais preocupações dos Pais em relação à iniciação da Creche dos seus filhos é a Adaptação.
Quando os pais colocam o seu filho numa creche são portadores de vários receios e de imensas dúvidas:

- Será que o meu filho vai ficar bem?
- Será que lhe vão dar a devida atenção?
- Será que o vão mimar?
- Será…? Será… ?

Existem demasiadas dúvidas que perturbam muito os pais, principalmente nos primeiros dias de creche.
Todas estas dúvidas e inquietações, que tanto atormenta os pais, são compreensíveis e legítimas, pois vão deixar os seus pequenos “tesouros” com pessoas que lhes são estranhas; no entanto sem se aperceberem os pais são os principais transmissores de ansiedade e angústia para as criancinhas.


É geralmente conhecido que os bebes se adaptam com mais facilidade a tudo o que é novo, como novas situações e ambientes, e quanto mais cedo a criança entrar para a creche, mais fácil será a sua Adaptação, apesar de ser uma fase mais complicada para os pais, porque os seus pequenotes são demasiado indefesos.


Nesta fase inicial da vida de uma criança, principalmente quando vai para a creche, há sempre um adulto na sala com quem a criança irá criar laços afetivos mais fortes e intensos, a esta situação, chama-se Vinculação. Esta Vinculação vai dar/trazer à criança uma maior segurança, que vai fazer com que esta se sinta protegida e consiga então, transmitir aos pais que está bem, serena e tranquila sempre que vai para a creche.

Por norma, numa fase inicial, aconselha-se os pais que nos primeiros dias a criança fique poucas horas na creche, isto acontece porque a ansiedade dos pais é grande e reflete-se nas crianças.
Na minha experiência profissional, como Educadora de Infância, e a trabalhar há 4 anos em salas, cujas crianças provém do meio familiar, normalmente tenho uma reunião individual antes do inicio do ano lectivo com os pais de cada criança, aos quais peço para que na primeira semana de creche a Adaptação seja gradual, isto é, no 1º dia de creche dos filhotes, convido os pais a permanecerem na sala com as crianças toda a manhã, no 2º dia já deixarão a criança 1 hora na sala e os pais vão-os buscar após essa hora, no 3º dia a criança já fica toda a manha e já almoça, e vai embora com os pais depois de almoçar, no 4º dia a criança para além de ficar toda a manhã, de almoçar também já irá dormir a sesta na creche e no 5º dia a criança permanecerá um dia completo na creche.

Uma Adaptação feita nestes moldes ajuda a criança e os pais a se adaptarem de uma forma lenta e gradual, diminuído assim a ansiedade de ambos.
Costumo dizer que a Adaptação dos pais é mais difícil que a das crianças, ou seja, uma criança habitua-se mais facilmente à separação da figura parental do que os pais à separação dos filhos.

Terminada a primeira semana de Adaptação, é também importante referir que se a criança tiver algum objecto que a acompanha sempre (boneco, fralda de pano, etc.) é importante que esse objecto venha sempre com a criança, pois é chamado de Objecto de Transição. Estes objetos designados por Winnicott, por objetos transacionais, são usados pela criança como um suporte na conquista da autonomia, uma vez que são uma espécie de substituto materno e permitem à criança organizar-se na ausência das figuras de referência. As crianças ao se sentirem sozinhas na cama, por exemplo, na creche ou jardim de infância, usam esses objetos para se sentirem mais confiantes.


Há diversos motivos que causam esta ansiedade, no entanto é importante que não se transmitam os receios, as angústias e as preocupações dos pais para as crianças, é por isso essencial que haja segurança por parte dos pais, quando vão deixar os filhos na creche, mesmo que a criança chore ou implore para não ficar ali, é importante que os pais não cedam a este tipo de “chantagem” feita pelas crianças.


A firmeza dos pais tem um papel extremamente importante nesta hora, pois há-que explicar aos filhos com todo o carinho e amor que os vão buscar ao final do dia, porque apesar de gostarem muito deles têm de ir trabalhar. A criança aos poucos vai percebendo a rotina e saberá que ao fim do dia os pais a vão buscar, criando assim na criança segurança e estabilidade.


Neste período de ansiedade de separação e angústia a criança pode mostrar relutância em deixar a mãe, rabugenta e difícil de consolar, contudo este comportamento da criança acabara por desaparecer. Este período da Adaptação não tem tempo certo de duração, vai depender de cada criança e de cada caso.
Estima-se que apenas cerca de 3% a 4% das crianças não se conseguem adaptar à creche e isto normalmente acontece por culpa de familiares diretos (pais, avós, …) que reagem mal às rotinas e regras que serão impostas na criança.


Por último, gostaria de deixar a minha opinião pessoal aos pais: “Quando o seu filho fizer uma “birra” a dizer que não quer ir para a creche, poderá esta apenas querer testar os pais para ver se consegue fazer com que estes cedam, e assim atingir os seus objctivos, de fazer apenas o que deseja. Perante esta situação os pais, por muito que lhes custe, devem dar um mimo à criança, dizer-lhe que ela tem de ficar, porque os pais a vão buscar, e devem sair da creche sem dar demasiada importância à “birra”, apesar de ser muito complicado para os pais, este comportamento é o mais adequado.

Educadora Carina Portinha
Fonte: Guia da Família


Retirado do Blog:


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O “dia da separação”: a primeira ida à creche


Mamães de primeira viagem talvez não imaginam como fica seu coração depois de deixar seu filho pela primeira em uma creche. Mas não tem outro jeito. A licença-maternidade acaba e um sentimento ímpar de tristeza vem acompanhado de incertezas. Como vou deixar meu bebê tão pequenino numa escolinha? 

Colocar o filho na creche tão prematuramente pode parece um retrocesso na cabeça das mamães, mas se a escolha da escolinha for bem feita, um lugar em que a mamãe sinta-se segura para deixar seu filho enquanto trabalha, o local poderá ser um espaço de grande desenvolvimento para criança e aprendizado para a mamãe. Já pensou nisso?  

A inserção da criança na creche é um dos momentos muito importantes na vida da criança e da mamãe. É a primeira separação real dos dois, marcando a sua entrada no mundo social. Claro que isso não pode acontecer de forma brusca. 

Mas a creche pode ser benéfica principalmente às crianças paparicadas demasiadamente pelos pais. É lá que se dá a iniciação da autonomia da criança. E isso assusta principalmente a mamãe que vê seu filho como um bebezinho incapaz de crescer sozinho, o que infelizmente é comum de ocorrer.  

Creche x mimo - Aos poucos a mamãe verá ações importantes que a criança levará para toda a vida, como a convivência social, começando o processo de amizade, de divisão e colaboração mútua, desenvolvimento da linguagem e de conhecimento do mundo. Brincadeiras entre crianças, normais em creches, contribuem para acelerar o processo de socialização.  

Muitas crianças pulam a fase de creche e entram no colégio por volta dos 3 ou 4 anos, quando já absorveram lições boas, mas também más dos pais. A criança mimada pode se achar a “dona do mundo” diante de tanto paparico, dificultando no contato com os demais colegas. 

Mãe segura - A segurança da mamãe nesse “ritual de passagem” do convívio familiar para o social do seu filho será fundamental. A mamãe segura consegue passar tranqüilidade ao filho quando diz que no fim da tarde virá buscá-lo. A criança verá que isso acontece todos os dias e que a mamãe não vai abandoná-lo.  

Muitas vezes isso não é tão fácil, mas a mamãe não pode estremecer. A criança pequena que ainda não consegue se expressar muito bem verbalmente pode transmitir esse sentimento de separação através do corpo com choro, recusa de alimento ou mesmo ficar doente, isso é normal. Os pais devem favorecer o conhecimento do novo ambiente através da sua presença e mediação com os professores.  

A ligação entre a criança e o professor é muito importante e os pais devem facilitar esse contato. A figura materna jamais será batida, mas é necessário que haja também uma relação social em que se constitua um vínculo no qual a criança tenha confiança para se desenvolver. 

Super vovó - A liberdade da mulher nos tempos de hoje e a preocupação cada vez maior com o bem estar financeiro da família também traz consigo inseguranças em relação à educação dos filhos.  

As vovós entram na história para não ser apenas coadjuvantes no cuidado dos pequenos. Porém, muitas vovós também estão trabalhando ou não estão perto para essa “grandiosa” ajuda. A resolução muitas vezes é a inserção da criança na creche, mesmo ela não tendo completado um ano de vida.  

Dicas   
* Dizer a verdade é sempre importante. 
* Não deixe a criança na creche dizendo que vai ao banheiro e já volta. No dia seguinte seu filho não acreditará em você.  
* Antes de matricular seu filho na creche, conheça várias e assim decida qual te deixou mais segura para o desenvolvimento do seu filho.  
* A imunidade da criança pequena ainda não é total. Se as doenças na creche forem muito freqüentes acarretando perda de peso, é melhor deixá-la em casa. 

Bruno Rodrigues

Veja mais em: Guia do Bebê

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Férias com seu bebê: o que levar?!

Aproveitando que as férias escolares estão chegando, muitas famílias acabam escolhendo este período para relaxar e recarregar as energias antes de começar mais um ano, saindo de férias.

Férias são um tempo realmente precioso para todos. A mamãe pode descansar um pouco, sair de casa, ficar mais perto do marido, conhecer e ver pessoas novas. O papai pode aproveitar o tempo para passar mais tempo ao lado de seu filho, de sua mulher, da rotina do bebê, etc. Para o bebê o contato mais próximo com papai e mamãe juntos, favorece seu desenvolvimento, além disso, um ambiente novo pode trazer muitas descobertas para seu filho. Mas viajar com um bebê não é tarefa fácil: são roupas, mamadeiras, papinhas, fraldas, farmacinha e tudo quanto é apetrecho....

Pensando nisso, reuni aqui algumas dicas (de mãe para mãe) que podem ser úteis  para quem for viajar com um bebê:

1) Berço*: muitos hotéis dispõem de berço para bebês, ao fazer sua reserva, solicite um. Caso o hotel não disponha de berço, você pode comprar um daqueles desmontáveis (são caros, mas ótimos para quem viaja com frequência).

2) Banheira*: este também é um item do qual muitos hotéis dispõem. Você também pode comprar alguma banheira para viagem (existem modelos dobráveis e modelos infláveis) ou ainda usar uma piscininha inflável na hora do banho.

* Caso você esteja indo viajar através de alguma operadora de viagem, peça ao agente que solicite o berço e a banheira previamente para o hotel .

3) Farmacinha: pergunte ao pediatra quais os remédios que você deve levar na viagem (se vai viajar de avião, peça também as recomendações para hora da decolagem e aterrisagem) . Além disso, não esqueça do protetor solar, repelente contra insetos e produtos de higiene (shampoo, sabonete, pomada para prevenção de assaduras, lenço umedecido, algodão, talco, colônia, hidratante)

4) Fraldas: leve fraldas para o dia-a-dia (sempre com uma quantidade extra), fraldas noturna e fraldas para a piscina/ praia (Little Swimmers)


5) Hora da papinha: se o seu filho estiver mamando apenas no seio, ótimo! Mas, se ele já estiver comendo papinha, então você precisará de alguns recursos para a hora da papa. Alguns hotéis possuem "baby copa", geralmente disponíveis 24 horas, onde você encontra: geladeira, microondas e liquidificador acessíveis para a mamãe/papai preparar a comida de seu filho, esterilizar as mamadeiras, etc. Outra grande descoberta que fiz (essa é mesmo maravilhosa) é que alguns hotéis que dispõem de serviço de restaurante (grandes hotéis, resorts, e algumas pousadas) já tem um serviço específico para preparar as papinhas de bebê. Pergunte para o gerente do restaurante do hotel se eles podem preparar as papinhas para você (em alguns hotéis a mamãe monta um cardápio, diz como devem ser preparadas as papinhas e marca uma hora para ir buscá-las.. Pronto! O restaurante faz tudo!). Mas nem sempre é esta maravilha toda.. Então, levar papinhas prontas é sempre uma boa dica (nem que seja para aquele dia em que você não está nem um pouco a fim de ficar raspando frutas, ou amassando legumes). Existem no mercado diversas opções, doces e salgadas, de acordo com cada faixa etária. No entanto, seu filho pode não gostar destas papinhas, e aí, você vai ter que dar um jeito. Se este for o caso do seu filho, não precisa se desesperar achando que vc vai ter que passar suas férias enfiada em uma cozinha, veja se tem algum restaurante confiável em que você possa pedir um purê de batatas (sem sal, sem condimentos, puro mesmo!), ou uns legumes cozidos para vc mesma amassar na hora em que for dar o almoço (e misturar com a papinha pronta se for o caso)... O jeito é improvisar...  Ah, não esqueça dos babadores...

6) Roupas: não adianta a mala do seu filho vai mesmo ser enorme! Para não se perder, selecione primeiro as roupas de acordo com o clima do local e com o tempo de estadia.. Pegue algumas mudas de roupa a mais para os imprevistos (fralda que vaza, comida manchando a roupa, regurgitos, etc....).. Agora pegue alguns conjuntos de roupa para o clima oposto (Ex: se vc separou roupas de verão porque vai para a praia, leve também algumas de frio.. E vice-e-versa). Não esqueça de algumas fraldas de pano, toalha, travesseiro, manta (para levar sempre com você), sapatinhos, meias, sungas/biquinis, boné (calor)/ gorro (frio).

7) Apetrechos: Esterilizador de mamadeiras, chupetas, mamadeiras, brinquedos, bichinho/paninho que seu filho usa para dormir, escova de cabelo.

Ufa! Como você viram é tanta coisa que a coisa mais normal do mundo é a gente esquecer de alguma coisa, por isso meu último conselho é: faça a mala do seu bebê com 2 dias de antecedência, assim se você esquecer de algo, ainda terá tempo para se lembrar e colocar na mala. Mas se mesmo assim, você acabou esquecendo alguma coisa e já viajou, desencana, porque a única coisa que NÃO combina com férias é ser muito rígida consigo mesma...

Aproveite bem as férias!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

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                   By_Joshua

domingo, 12 de dezembro de 2010

"MEU FILHO RECÉM-NASCIDO NÃO PÁRA DE CHORAR! E AGORA, DOUTOR?"

Essa é uma queixa bastante comum no consultório pediátrico. Pais e mães aflitos, exauridos após noites e noites em claro, sentem-se impotentes diante de uma criaturinha que não faz outra coisa senão chorar. É assim mesmo, os primeiros meses de vida do neném representam uma fase de adaptação: ao mundo fora do útero, aos pais, ao alimento etc. O mais comum é que essa adaptação seja externalizada como choro, a única maneira encontrada pelo bebê para comunicar ao mundo a sua angústia. Portanto, a princípio, não se preocupe, pois esse tipo de comportamento é a regra e não a exceção.
        Algumas dicas podem ser úteis, mas é sempre bom frisar que não existe fórmula mágica para o problema. A notícia boa é que, em geral, tudo desaparece no terceiro mês, e o choro é substituído por gostosas gargalhadas! Vale a pena esperar...
        1) Antes de mais nada, é necessário excluir causas orgânicas que possam estar levando ao choro: o bebê está mamando bem e ganhando peso conforme o esperado? A mãe tem leite suficiente? As regurgitações ("golfadas") aparentam ser excessivas? A criança só chora quando é manipulada? Há distensão abdominal e/ou flatulência? Está urinando bem (cerca de 7 a 8 vezes em 24h)? Há diarréia, sangue nas fezes, febre? Qualquer alteração aqui observada requer a pronta avaliação por um pediatra.
        2) Nunca é demais ressaltar que recém-nascido gosta é de pouco espaço. A regra aqui é: quanto mais aninhado, aconchegado em posição fetal, melhor! Nessa fase, o cestinho (moisés) é mais aconselhável do que o berço comum, onde o bebê se sente solto demais, desorganizado no espaço, desprotegido ... e , por isso, chora!
        3) Choro também pode ser sinal de calor, frio, fome ou fralda suja. Cheque atentamente cada um desses itens e saiba que, com o tempo, será até mesmo possíveldistinguir o que cada tipo de choro quer dizer.
        4) A mãe deve ser desencorajada a consumir estimulantes como café, chá preto ou mate, coca-cola e chocolate, pois poderá haver a passagem de cafeína para o leite materno.
        5) Ambientes com estímulos sonoros e visuais excessivos podem causar excitação no ebê. Abaixar o volume da televisão e do aparelho de som e falar mais baixo podem ajudar. Lembre-se de que a luz branca estimula, a amarela acolhe e a azul acalma. À noite, quando possível, deixe os ambientes à meia-luz.
        6) O silêncio profundo também pode incomodar o neném, acostumado com os barulhos característicos da vida intra-uterina. Por isso a criança tende a se acalmar quando colocada no colo, com o ouvido voltado para o coração da mãe. Sons repetitivos, como o tique-taque de um relógio ou o tum-tá das batidas do coração ajudam a acalmar e a embalar o sono. Hoje já é possível acessar no youtube sons que reproduzem o ambiente uterino com bastante fidedignidade.
        7) Alguns bebês gostam de ser embalados, o que lhes proporciona a lembrança das experiências de flutuação no líquido amniótico. Movimentos como o da cadeira de balanço ou o embalar dos braços de um adulto podem estão surtir efeito na hora de abortar o choro e tranquilizar o seu filho. Jamais sacudir a criança: isso só contribui para deixá-la mais agitada e pode, ainda, trazer consequências drásticas para a saúde dos pequenos, como hemorragias intracranianas.
        8) O banho morno de imersão em baldes específicos para bebês, produzidos com material atóxico, é uma nova moda que está fazendo bastante sucesso por aí. O neném tende a relembrar a experiência dentro do útero e o esperado é que venha a se acalmar e relaxar.
        9) A shantala, massagem indiana para bebês, vem também se tornando bastante popular. É aplicada com óleo corporal neutro infantil em todo o corpinho da criança e estimula pontos-chave para o relaxamento, além de aumentar o vínculo dos pais com sua criança. Nos postos de saúde do Distrito Federal, as mamães e seus rebentos podem participar de aulas práticas gratuitas sobre essa técnica. Não é difícil também, para os que preferem ser auto-didatas, achar no mercado livros e dvds sobre o assunto.
        10) Alguns nenéns só se acalmam quando estão "chupetando" o seio materno. Se for esse o caso, converse com o pediatra. ele saberá orientá-lo oportunamente.
        11) As chamadas cólicas do lactante surgem ao final da segunda semana de vida e podem se estender até os três meses. São uma das causas mais frequentes de choro contínuo, principalmente no período vespertino ou noturno. Nesses casos, o bebê tende a elevar as perninhas, encolhendo-as junto à barriga, ao mesmo tempo em que chora e aparenta sentir dor. Algum alívio pode ser obtido massageando o abdômen primeiramente com movimentos repetidos de cima para baixo, aplicando-se, com as mãos, uma leve pressão. Em seguida, deve-se partir para a massagem com movimentos circulares amplos, sempre no sentido horário. Finalizando, os membros inferiores da criança deverão ser fletidos e estimulados sucessivas vezes. Uma outra medida que também constuma trazer algum conforto quando a cólica aparece é deixar o bebê deitado de bruços por alguns minutos sobre a barriga da mãe, no contato direto pele a pele.
        12) A ansiedade dos pais é sempre captada pelo bebê, o que o torna ainda mais e mais agitado, num círculo vicioso que parece não ter fim. Por isso, vale a pena ressaltar: a tranquilidade e a confiança são, nesse caso, recursos terapêuticos imprescindíveis! E, acreditem, no final tudo sempre acaba bem.
        Por fim, nunca é demais lembrar aos novos papais e mamães que a visita ao pediatra até o final da primeira semana de vida e, sem seguida, logo antes do neném completar um mês é sempre recomendada. Somente o médico poderá avaliar cada caso e passar todas as orientações necessárias. A saúde do seu bebê agradece!
1º TEN QOPMS Luciana Tonussi Arnaut - Médica Neuropediatra


Veja mais em: PMDF - Policlínica

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

TRANSTORNOS DA INFÂNCIA PRECOCE E PRIMEIRA INFÂNCIA

Existem diversos transtornos emocionais que qualquer ser humano está sujeito a ter, inclusive as crianças e adolescentes. O tratamento adequado desses transtornos de forma e em época adequadas, proporciona não só às crianças e adolescentes um melhor desenvolvimento, senão também à família e, em última instância, à sociedade.
O contacto precoce íntimo da criança com a mãe, imediatamente depois do nascimento terá um significado emocional muito grande para o futuro emocional da pessoa.


Os gestos e carinhos com que a mãe toca seu filho recém nascido, a conversa simbólica cujo significado é mais sentido que compreendido pela criança, a sensação tranqüilizadora que a criança sente quando sente seu corpo junto ao corpo da mãe, quando capta os batimentos cardíacos no peito da mãe são experiências afetivas primordiais que ficarão eternamente presentes no perfil afetivo dessa criança.
Esta etapa de relacionamento afetivo íntimo mãe-bebê tem sua influência mais marcante entre os 3 e 10 anos (da infância precoce até a idade escolar, ou primeira infância). E nessa etapa as crianças necessitam do relacionamento afetuoso com os adultos, de um contacto que estimule segurança, confiança e proteção.
Alterações no relacionamento mãe-filho nessa faixa etária podem ter conseqüências danosas ao desenvolvimento infantil e seqüelas que podem se perpetuar ao longo da vida adulta. Essas conseqüências dependerão da época (quanto mais precoces piores), das características afetivas inatas da criança, da personalidade da mãe e das circunstâncias desse relacionamento. 


Veja mais: PsiqWeb

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