sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Educação Infantil- Alimentação

Pais que desejam oferecer uma boa educação alimentar a seus filhos devem ter uma dose extra de dedicação (que na prática significa disponibilidade de tempo e paciência) no momento de alimentá-los, sobretudo enquanto eles têm entre um e três anos de idade. A explicação é da nutricionista Márcia Sabadin Mendes de Souza, da "Bozelli Medicina e Odontologia" de Sorocaba (SP).
De acordo com Márcia Mendes, após os seis meses de idade, a criança precisa receber alimentação complementar, principalmente as ricas em ferro e proteínas, para que reúnam condições de desenvolverem-se física e mentalmente. A partir dessa fase, começarão os problemas que os pais terão de enfrentar. "É relativamente comum a criança não tolerar o sabor dos novos alimentos, já que o sabor do leite materno era único e os que passará a ingerir parecerão ou muito salgados ou muito doces", explica.
Por mais que a criança relute em aceitar esse novo cardápio - chore, recuse ou vomite parte do que ingeriu -, habituar-se é uma questão de tempo. Afinal, não se tem notícia de algum adulto que continue a alimentar-se com leite materno. "É preciso paciência, principalmente da mãe ou da pessoa que alimenta a criança, como avós, ou babás, nesse primeiro contato da criança com os alimentos comuns. Será nessa fase que se criará o gosto pela refeição", diz Márcia.
Depois de um ano de vida, normalmente a criança começa a andar. Dessa fase em diante, mantê-la sentada nas famosas cadeirinhas será quase impossível. "Elas estarão querendo explorar o mundo e não querem parar para comer", conta a nutricionista. Quem a alimenta nunca deve ficar andando atrás dela com a colher. "Deixe que o bebê venha até você, pois só assim aprenderá a procurar o alimento saudável, servido durante as refeições", orienta.
Durante essas fases (até os três anos), cada refeição infantil irá durar cerca (provavelmente mais) de uma hora. Mais do que nunca, a dedicação dos pais é fundamental. Para a criança procurar , ela tem que sentir fome e então não oferecer alimentos com intervalos menores que duas horas e meia ou três horas.

NUTRIÇÃO
Alimentação balanceada deve incluir sossego, harmonia e alegria à mesa.
Os antigos dizem que a hora de alimentar-se é sagrada. Poucas famílias cultuam o hábito de fazer uma prece antes de iniciarem a refeição, fato que - independente da doutrina religiosa - reforça entre os comensais a importância do momento. Porém, a maioria das famílias contemporâneas transformou as refeições em família num momento muitas vezes temido, onde "tudo pode rolar". Brigas, discussões infundadas e assuntos inapropriados têm levado muitas pessoas - crianças, jovens e adultos - a sentir aversão de sentar-se à mesa. A situação é constatada freqüentemente pela nutricionista Márcia Sabadin Mendes de Souza, da "Bozelli Medicina e Odontologia" de Sorocaba (SP).
"Não podemos esquecer que toda alimentação tem de ser, antes de tudo, prazerosa", orienta a profissional. Isto vale tanto para quem estabelece uma dieta alimentar (não adianta nada obrigar alguém a comer determinados alimentos que não suporta) quanto para quem vai à mesa sem qualquer cuidado com a dieta. "Muitas vezes, noto durante as consultas que a dieta alimentar da família está bem balanceada, exceto pela ausência de sossego", revela.
Mas não são apenas as brigas ou as conversas difíceis travadas durante as refeições que atrapalham. A mania de assistir à televisão enquanto se come, o celular usado para contatos profissionais ligado, ruídos que enervam são itens que prejudicam. "Infelizmente, a maioria das pessoas ainda não se convenceu da importância de se ter horários e condições apropriadas para se alimentar. Quando isso ocorrer, certamente, elas serão mais saudáveis e mais felizes", completa Márcia Mendes.

Dra. Márcia Mendes
fabio@bozelli.com.br

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Como lidar com o medo infantil

Por Giuliano Agmont
- Dê atenção, questione e estimule a criança a enfrentar o medo irreal (ou inimigo): ela encontrará sozinha uma solução para suas fantasias. Exemplo: a sombra na parede pode se transformar em uma aliada no confronto dos medos (em vez de causá-los).
- Não gaste tempo demais falando sobre o assunto para evitar que a criança fique ainda mais ansiosa. Mude de tópico, distraia.
- Fale a verdade sobre os medos reais (ou amigos) para que a criança construa noções de perigo. Exemplo: ela tem de saber que escadas, piscinas e animais presos representam riscos. Mas faça isso sem aterrorizá-la.
- Brinque com seu filho e entre na fantasia dele (a do bicho-papão, por exemplo): experiências lúdicas ajudam os pequenos a lidar com seus anseios.
- Bonecos e brinquedos treinam a criança para a vida. Os pequenos costumam representar em brincadeiras o sentimento de medo frente a uma situação real, como a ida a um hospital.
- Avalie a intensidade do medo e fique atenta para o limite da normalidade, que é a rotina saudável de vida.
- Faça a apresentação formal das pessoas para que a criança saiba que aquele estranho tem autorização do pai para se aproximar. É verdade que nem sempre isso funciona. Nesse caso, é preciso ter paciência e saber dar tempo ao tempo. Essa fase passa. Mas é importante não confundir o choro da criança que fica sem a mãe a semana inteira e não quer largar o colo no fim de semana do choro de medo de estranhos.
- Ofereça objetos para ela se sentir mais segura, principalmente na hora de dormir sozinha. São os chamados objetos transicionais, que reduzem a ansiedade da criança durante a passagem da vida desperta para o sono. Pode ser o famoso ursinho, o naná, a boneca e até a mantinha. O importante é que ele tenha algo familiar à mão para enfrentar os temores na hora de dormir.
- Jamais use o medo da criança como meio de poder: além de cruéis, ameaças de deixar o filho sozinho ou no escuro reforçam o medo inimigo.

 


 
 
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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Na creche, o que fazer na hora do choro?

Adaptar-se ao ambiente e à equipe da creche, despedir-se da família, avisar que a fralda está suja ou que a barriga dói, perder um brinquedo para um colega... Pode não parecer, mas a vida de uma criança até 3 anos tem uma porção de desafios e uma boa dose de estresse! Sem contar com a fala bem desenvolvida, os pequenos não têm muitas opções além das lágrimas, que podem acompanhar chorinhos sofridos ou mesmo choradeiras de assustar a vizinhança. Para o educador, enfrentar momentos como esses está longe de ser fácil. É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, principalmente, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção de vínculos afetivos com os bebês e as crianças - um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano. Nos primeiros dias da criança na creche, a equipe ainda não distingue os tipos de choro dela. "Há o que expressa dor, o de ‘acordei, vem me buscar’ e o de saudade, entre tantos outros. Quem investe em um cuidado atento passa a identificar essas diferenças e, assim, descobre qual é a melhor atitude a tomar", diz Edimara de Lima, psicopedagoga da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para decifrar as lágrimas, é preciso ter em mente que o objetivo dos bebês é comunicar que algo vai mal. "Eles relacionam o choro a uma reação boa. Afinal, alguém vem atendê-los. Esse é o jeito que eles têm de dizer ‘estou tentando lidar com um problema, mas não está fácil’. Por isso, deve-se evitar ideias preconcebidas e tentar entender o que o choro expressa", orienta Beatriz Ferraz, coordenadora do Núcleo de Educação Infantil do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac).
Essa pesquisa parte de tentativas e erros e, com o tempo, chega a várias respostas. Quando há dor física, deve-se agir no ato e buscar as devidas orientações médicas. A dor emocional também merece ação rápida e aconchego. "Costumam dizer que, se pegar no colo, a criança fica manhosa. Mas colo e carinho não estragam ninguém e são sempre bem-vindos", garante Regina Célia Marques Teles, diretora da Creche Carochinha, em Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo. Partindo dessa premissa, Vera Cristina Figueiredo, coordenadora de projetos da associação Grão da Vida, em São Paulo, desenvolveu com sua equipe uma proposta preventiva baseada no acolhimento constante. "Logo notamos a importância do brincar junto e do estar próximo, atento às realizações e descobertas dos pequenos. Dar atenção nesses momentos, e não apenas na hora de impor limites, gera tranquilidade e faz o pranto diminuir", conta. Essa experiência jogou por terra a teoria de que acolher deixa os pequenos grudentos e dependentes. "O carinho gera ganhos consideráveis em termos de autonomia", garante Vera. Não é raro que um simples conflito tome proporções de catástrofe mundial, com direito a gritos, sacudidas pelo chão e soluços sem fim. "Às vezes, a criança perde o controle e não consegue voltar ao normal sozinha. Não dá para cruzar os braços e esperar isso passar nem tentar resolver na conversa", relata Regina Célia. 
Também não vale cair na armadilha de fazer chantagens para o choro cessar. O melhor é mostrar que entende o problema e pedir que ela respire fundo, lave o rosto e sente no seu colo, passando a mensagem de que você confia que ela vai se acalmar. Não perca a chance: respire fundo e tome fôlego também.

Veja mais em: REVISTA NOVA ESCOLA

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

COMPREENDENDO AS NECESSIDADES ESPECIAIS INFANTIS

Você pode ter percebido que o seu filho não rolou na cama, fez sons ou sorriu na mesma época em que todas as outras crianças já faziam isso e acabou se perguntando se ele tem algum problema de desenvolvimento. Este artigo vai esclarecer essas dúvidas e dar orientações para educar crianças que possuem alguma das seguintes necessidades especiais.
Pensar que pode haver algo de errado com o seu filho é assustador, mas deixe o médico determinar isso antes de chegar a conclusões precipitadas. Nesta seção, você vai ler sobre as causas comuns dos atrasos no desenvolvimento de crianças, que podem ser hereditárias, congênitas ou causadas por circunstâncias ambientais. Embora problemas comportamentais não apareçam até que a criança esteja mais velha, dá para perceber se sua criança está se desenvolvendo mais devagar do que o esperado. Esta página fala sobre quais sinais procurar e o que fazer depois disso, como procurar um pediatra e, possivelmente, um especialista em desenvolvimento infantil. Você vai ler sobre o que pode esperar de uma avaliação, além de conselhos sobre como agir de acordo com os possíveis resultados dessa avaliação.
O desenvolvimento da comunicação verbal é um marco no processo de crescimento de uma criança. Nesta página, vamos discutir os problemas que podem atrasar a fala, incluindo o ambiente, audição, inteligência, controle muscular, deformações físicas e funcionamento incorreto do centro da fala existente no cérebro. Vamos mostrar orientações sobre como lidar com a gagueira, como detectar problemas e quando ir a um médico. Além disso, também há informações sobre problemas de audição: causas comuns para perda de audição e comportamentos que podem indicar a existência de um problema. E vamos dar algumas dicas úteis sobre como prevenir problemas de audição no seu filho.
Crianças com necessidades especiais também são capazes de aprender e desenvolver novas habilidades da mesma maneira que qualquer outra. Esta seção fala sobre como estimular os sentidos de uma criança para promover o seu amadurecimento. O papel dos pais no desenvolvimento é crucial e você vai encontrar sugestões sobre como criar um ambiente que promova o crescimento, estimule a independência e lide com empecilhos ou progresso lento. Nesta página, também há sugestões específicas para estimular as crianças com necessidades especiais variadas. Também fizemos uma lista de alguns recursos valiosos disponíveis para a criança e seus pais.
Há muitas opções disponíveis tanto para a recreação como para os cuidados diários com crianças com necessidades especiais. Escolher um programa para sua criança pode ser desgastante, então criamos uma lista de critérios para ajudá-lo a escolher o programa certo. Há uma ênfase toda especial no seu relacionamento com os profissionais que monitoram e implantam os programas especiais, assim você pode se sentir mais confortável e no controle dos cuidados dela.
Há muitos métodos diferentes para educar uma criança com necessidades especiais. Alguns especialistas acreditam que essas crianças aprendem mais quando estão em salas de aula com crianças do mesmo nível. Outros educadores acham que uma criança com necessidades especiais deve ser integrada a uma sala de aula comum. Aqui, vamos examinar as duas idéias. E nesta seção há ainda uma discussão sobre os direitos de educação do seu filho e sobre os riscos e benefícios possíveis ao colocar seu filho em uma escola comum.
 
Por Michael Meyerhoff, Ed.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil
 
 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Tá na hora de dormir


Seu filho não gosta de ir pra cama de jeito nenhum no horário recomendado, estende um pouco a noite assistindo televisão ou brincando com o irmãozinho e ainda chia quando é obrigado a ir dormir. Essas características apresentadas pelas crianças são comuns na infância e perfeitamente evitáveis, desde que pai e mãe conscientizem-se de sua importância na educação do filho e criem hábitos sadios que permitirão uma maior regularidade no sono.
Impor limites à criança no período noturno é uma receita fundamental para que ela durma no horário. Isso significa que diversões costumeiras do seu filho à noite, como internet e videogame, devem ter horários pré-estabelecidos de uso. Atividades intensas nesse período "energizam" a criança, dificultando a chegada do sono.
Essas brincadeiras devem ser substituídas por exercícios leves, que estimulem o sono. Uma recomendação útil é viajar no mundo da imaginação a partir da leitura de historinhas contadas para a criança já deitada na cama. Prefira histórias curtas e de fácil entendimento, além disso, faça carinho e deixe a luz do quarto apagada. Essa rotina diária implicará na absorção por parte da criança de que a noite é hora de tranqüilidade, e, conseqüentemente, o período de descanso.
"A criança geralmente ultrapassa o horário ideal para dormir simplesmente porque os pais não dão limites a ela. Muitos pais têm medo de dizer não ao filho em certas situações, mas existem momentos em que o pai e a mãe precisam se impor. Um "não" às vezes pode ser fundamental na formação da criança", entende a psicóloga clínica e hospitalar Beatriz Camargo de Burgos Meloni, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos.
A profissional cita um aliado na regularização da rotina de sono da criança: a prática esportiva. Além de ser imprescindível para a formação óssea e motora da criança (sem contar o poder de sociabilização nessa fase de vida), o esporte estimula a chegada do sono mais rapidamente, pois resulta no gasto de energia. Com isso, o corpo necessita de descanso para repor esses nutrientes, sendo fundamental um bom sono para ativá-los.
Hiperatividade - Há casos em que a hiperatividade tem direta influência no momento de dormir. Algumas crianças "elétricas" têm maior dificuldade para pegar no sono, decorrentes do comportamento hiperativo, que está ligado a diversos fatores, como a perda da visão ou audição, incapacidade de processar adequadamente símbolos e idéias, estresse emocional, convulsões ou distúrbios do sono. A hiperatividade também pode estar relacionada com problemas na gravidez, como o uso de álcool e medicamentos. Nesses casos, a criança deve ser tratada por um especialista (pediatra ou psicólogo).
Em outras situações, o excesso de energia pode ser simplesmente conseqüência de um acúmulo de erros cometidos pelos pais, que não controlam o ímpeto da criança, dando toda a liberdade para o filho fazer o que bem entender. "Muitos pais passam o dia inteiro fora de casa e ficam com dó de impor regras quando reencontram o filho. Isso acaba servindo de inspiração para a criança usar e abusar", finaliza Beatriz Meloni.
Por tudo isso, enquanto a luz do dia não aparecer, lugar de criança à noite é na cama. Seja qual for o (a) menino (a), não há nada melhor do que sonhar.
Boa noite e bom sono!
Bruno Thadeu

Veja mais em: Guia do Bebê

sábado, 17 de julho de 2010

Brincando e Estimulando o Bebê

O melhor estímulo para o bebê é estar ao lado dos pais. É brincando que ele aprende e se desenvolve isso porque os primeiros anos de vida do bebê são extremamente ricos em experiências, que refletirão intensamente no seu desenvolvimento.

Após o nascimento, o cérebro do bebê já contém cerca de 100 bilhões de neurônios, os mesmos encontrados num cérebro adulto. Os neurônios criam trilhões de conexões/ sinapses garantindo uma capacidade de aprendizado rico em experiências.

É no cotidiano que as habilidades podem ser naturalmente exploradas por meio de uma conversa, canto/ música, massagem, uma demonstração de carinho e brincadeiras. Além de estimular esse contato reforça o vínculo afetivo, criando um ambiente acolhedor.

Está com dúvida? Veja algumas brincadeiras e aproveite as férias!

0 a 2 meses: Nessa fase o bebê não interage muito com brinquedos, mesmo não segurando por muito tempo um chocalho leve, estimule o reflexo de preensão. Use estímulos sonoros com música e móbiles no berço, carrinho ou tapetes específicos para estimulação com contrastes de cores;

2 a 4 meses: Deixe a criança de bruços, com o auxílio de um lençol dobrado em forma de rolo. Ofereça brinquedos de diferentes cores e texturas para que haja interesse em explorar o objeto, como bonequinhos de plástico, mordedores de tecido, livrinhos de pano e plástico. Incentive a criança a rolar mostrando um objeto, um brinquedo sonoro ou chamando-a;

4 a 6 meses: Nessa fase a criança quer explorar melhor o ambiente, aumentando o campo visual, senta-se com apoio nas costas e necessita de brinquedos a sua frente (que imitam sons dos animais, formas geométricas como bolas e cubos) para que alcance o objeto e fortaleça a musculatura das costas e abdômen. Também é interessante brincar de joão bobo na frente do espelho, desequilibrando a criança para que treine reações de equilíbrio, fortaleça musculatura dos braços e favoreça sua imagem corporal;

6 a 8 meses: Brinquedos que estimulem a criança a sentar-se sozinha numa superfície plana e com almofadas ao lado caso se desequilibre. Estimule com brinquedos de empilhar, encaixar, brinquedos bem barulhentos (telefones e pianinhos) e também durante o banho, aproveitando-se para fortalecer a musculatura das costas em diferentes situações do cotidiano. Quando sentada, chame a criança por trás para que gire o tronco, preparando-a para engatinhar;

8 a 10 meses: Estimule a engatinhar, colocando um lençol embaixo dela de bruços e puxe-o imitando o engatinhar. Também é indicado estimular o bebê a se levantar, dando apoio com as mãos para fortalecer a musculatura das pernas. Ofereça brinquedos de encaixe e incentive a coordenação motora fina, a segurar na ponta dos dedos;

10 a 12 meses: Brinquedos apropriados para empurrar, visando se deslocar desperta interesse nessa faixa etária. Evite o uso de andadores circulares, pois prejudicam a aquisição do andar. Estimule com brinquedos que abre e fecha encaixe de objetos dentro de casinhas e brinquedos de empilhar.

Crie um ambiente harmonioso e divirta-se em família!


segunda-feira, 28 de junho de 2010

Desenvolvimento Infantil

Vamos ver um vídeo que fala do 
desenvolvimento infantil???!!!...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Crescendo e Aprendendo com o seu Bebê

Crianças de 2 anos são cheias de energia, entusiasmo e vontade de explorar, e também apresentam crescente independência. Com tantas novas habilidades, seu filhinho de 2 anos mal pode esperar para usá-las!


As brincadeiras sociais tornam-se mais importantes para os bebês de 2 anos. Se outras crianças estiverem próximas, ele pode ficar hiperativo e iniciar várias atividades. Os comportamentos típicos de um bebê de 2 anos incluem:

  • Brinca sozinho, encaixando as peças de um quebra-cabeça.

  • Imita as pessoas que conhece e gosta de fazer o que elas fazem.

  • Usa o giz de cera ou lápis de cor.

  • Combina palavras para construir sentenças simples e seguir instruções simples.
Veja mais em: Fisher-Price

domingo, 6 de junho de 2010

Olhar que estimula



A atenção dos pais é o fator mais importante para o desenvolvimento emocional das crianças. “A troca de olhares ativa o cérebro, fazendo suas células formarem novas conexões”, diz Laís Maria Valadares, pediatra e presidente da Associação Mineira de Estudo sobre o Bebê. Uma pesquisa da Universidade do Colorado (EUA) mostrou que bebês de 4 meses, filhos de mães deprimidas, são menos estimulados e têm atraso na aprendizagem. Para os cientistas, o fato de receberem menos carinho é o que justifica o mau desempenho. 

0 a 6 meses
O contato físico é importante para que o bebê aprenda a diferenciar o seu corpo do dele. “Converse de perto com a criança, porque ela aprende sobre o próprio sentimento vendo as suas expressões”, diz Áderson Luiz Costa Junior, professor do Instituto de Psicologia da UNB, em Brasília (DF). Também abuse da brincadeira do “achou”, sumindo e reaparecendo em seguida. “A criança elabora a noção de afastamento dos pais, começando a entender que você sai, mas sempre volta”, diz Diana Pancini de Sá Antunes Ribeiro, professora de psicologia da Universidade Estadual Paulista (SP).
7 a 12 meses
A separação da mãe é sofrida, mas a reação costuma ser passageira. Quando for se afastar da criança, dê um beijo e saia, mesmo com as lágrimas. Sair à francesa enquanto o bebê está entretido numa atividade o fará se sentir enganado e, nas próximas vezes, ele ficará atento a você e resistente a brincadeiras.
1 a 2 anos
Seu filho busca atenção dos adultos, portanto cuidado para não valorizar um comportamento negativo. Por exemplo, se ele puxa o rabo do cachorro e você ri, é bem capaz que repita a travessura outras vezes. Como a criança está começando a lidar com os sentimentos, ajude-a a expressar palavras que vão descrever emoções. 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

EVITANDO BIRRAS - COMO DAR LIMITES ?

Na verdade, não existe um manual da educação infantil. Quando tornamo-nos pais, normalmente utilizamos os modelos de educação que recebemos de nossos pais. Depois que o bebé nasce, cada uma das partes (pai / mãe) vivencia a sua própria infância novamente – seja esta de forma consciente ou inconsciente. Relembra-se de como os pais os educaram e tentam passar as boas coisas ao novo bebé e deixar de lado as coisas ruins. Mesmo com experiências diferentes, o limite sempre tem de ser dado à criança. Isso a ajudará posteriormente para o convívio social. Uma das formas é aprender a evitar as birras causadas pelas crianças. Nas lojas ou no supermercado, as crianças às vezes batem o pé, gritam e choram, pois querem alguma coisa e os pais não querem dar. Mas como fazer a criança entender que não pode? Os filhos escolhem estes lugares para fazer birra justamente porque sabem que ali é mais fácil de conseguir o que querem. Os pais se envergonham e não querem incomodar as outras pessoas do recinto com a choradeira. Então, acabam por ceder aos desejos da criança para que esta páre com a manha. Isso normalmente acontece desde cedo, quando a criança não tem como perceber a diferença entre a voz que comanda e a voz do pedido de negociação. A criança então testa as situações que lhe convém e entende que, se fizer birra em locais públicos, ela receberá aquilo que quer. O ponto principal é que, aquilo que a criança quer, não é necessário e nem essencial. Muitas vezes elas preferem também fazer birras para ganharem a atenção desejada, do que não terem nenhuma atenção. Os pais, ingenuamente, não acreditam que a criança está a manipulá-los para conseguir o que quer. Por outro lado, não se pode esquecer que a criança entre 2 e 5 anos está a se desenvolver e entender como o mundo social e os limites funcionam, mas não conseguem controlar-se emocionalmente. É imprescindível que os pais não sejam agressivos e tenham muita paciência.
Dicas úteis:
- Para evitar birras no restaurante ou supermercado, não leve-os a estes locais quando ele está cansado e preferiria dormir.
- Se for visitar amigos ou parentes, diga para seu filho levar um dos brinquedos prediletos. Assim, ele distrai-se e não atrapalha.
- Se o local onde se encontrem estiver cheio e agitado, não fique aí por muito tempo. A criança fica estressada e se irritará mais facilmente. Programas de adulto são para adulto: seu filho não conseguirá comportar-se por várias horas em uma actividade que não o interessa.
- Se tiver que chamar a atenço da criança, não o faça em público. Leve o para outro lugar e explique que não pode irritar ou magoar as outras pessoas. Não discurse, pois ela não ouvirá por muito tempo. Se o castigo for necessário, deve explicar o porquê da punição.
- Se a criança nunca for punida, ela entenderá que pode fazer o que quer. Mas nunca deixe de explicar o castigo! E uma segunda chance sempre pode acontecer.
- Se a criança se comporta bem, elogie-a.
Lembre-se: limite é necessário, mas sem agressividade.

Veja mais em: CRIANÇAS.PT

terça-feira, 25 de maio de 2010

5 Atividades para Testar e Desenvolver a Audição Infantil

1) Falando com o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento em diante

Escute e fale com sua criança durante todo o dia. Não importa se ela não responde. Quando você fala com ela, você está lhe mostrando como usar os lábios e a língua. Aprenda o significado do choro e gestos do seu filho. Ouça os sons que ele faz e observe o modo como ele move seu corpo. Faça uma imersão total do seu bebê através de palavras. Por exemplo, quando estiver vestindo sua roupa, dê nomes as cores e as coisas que você estiver colocando na cabeça e corpo dele. Cumprimente-o toda vez que o ver. Diga seu nome frequentemente; por exemplo:"Ôi Alberto, você dormiu bem? ", ou "Alô, Alberto, você precisa trocar as fraldas?" Essas conversações podem parecer algo além da compreensão do bebê, mas lhe dão confiança, e enfatizam o quanto você gosta dele.

2) Cantando para o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento até os 3 anos
Cante para seu bebê. Quando seu filho estiver acordado, cante para ele com voz suave e melodiosa. Tente apenas entoar ou cantalorar algo em tom ameno e amoroso. Isso vai ajudá-lo a acalmar-se, e confortá-lo quando estiver agitado ou chorando (se não for o caso de choro provocado por doença). Não se preocupe se você não tiver dotes musicais apurados - para seu bebê isso não faz a menor diferença. Ele se contentará com os sons que você faz. O que lhe importa é sua presença, ali, do seu lado. Quando o estiver alimentando, trocando fraldas, e lhe dando banho, as cantigas de ninar serão um alento para ele. Desse modo, aprenderá que a comunicação dele com você é importante, e que as pessoas prestam atenção quando estão falando umas com as outras.

3) Lendo para o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento em diante
Leia para seu Bebê. Nada estimula mais a inteligência de uma criança que escutar você falar. Os livros ilustrados com figuras e desenhos são magníficos para esta idade. O importante é que tenham uma ou duas palavras por página e ilustrações coloridas. Desenhos são mais definidos para seus olhos que as fotos. Deixe o bebê olhar todas as ilustrações à vontade e sem pressa. A medida que vai crescendo, deixe que explorar as páginas de livros que contenham mais palavras. Nesse estágio, ele se diverte ouvindo sua voz e encontra nisso calma e grande conforto emocional.

4) Explique os Sons: . Faixa etária: Do nascimento até os 3 anos
Seja isto o zumbido de um avião, ou o ronronar de um gato, observe que, aquilo que seu filho escuta, permite-lhe ajudar a entender, criar imagens mentais, imaginar e compor os elementos do seu meio ambiente. Considere gravar os sons que ele faz aos 3 meses de idade, e a cada 3 meses de vida. Mostre-lhe os sons, de modo que ele se divirta ouvindo a si mesmo. Tente lhe explicar que, a voz que está ouvindo pertence a ele.





5) Ensinando o Bebê: . Faixa etária: Do nascimento até os 3 anos
Dê ao bebê instruções simples através de gestos e palavras. Diga a palavra "sorria" e então faça o gesto do sorriso. Ele aprenderá a imitar suas ações. E, à medida que se desenvolve, levante suas mãos ou pés e diga, "pra cima" então, abaixe-os e diga, "pra baixo". Quando for crescendo, aponte e olhe na direção de um objeto e identifique-o. Por exemplo, aponte para seu carrinho e diga, "carro". Pegue o carrinho e identifique-o outra vez. Logo, quando você disser "carro", ele será capaz de apontar por si mesmo para o brinquedo e eventualmente pegá-lo. Ajude seu filho a descobrir a si próprio. Coloque-o sobre um cobertor e se ajoelhe diante dele. Abaixe seu rosto de modo que fique à mesma altura do dele. Toque seu rosto e diga "rosto". Então, coloque as mãos dele sobre seu rosto, e repita. Faça a mesma coisa com outras partes do corpo, como nariz, boca ouvidos, etc.

Fonte da Pesquisa: Departamento de Educação Pública dos Estados Unidos
Projeto: Ensinando os Pais a Ensinar.
Texto adaptado e revisado por: Alberto Filho e Jon Talber.

Veja a matéria completa em: Site de dicas do UOL

domingo, 16 de maio de 2010

Mordidas: agressividade ou aprendizagem?

O primeiro contato da criança com o mundo é pela boca e morder faz parte disso.
Ninguém gosta que seu filho seja mordido. Os pais da “vítima”, às vezes, sentem-se culpados por deixarem seu filho correr num ambiente com tantas crianças. Já os pais do mordedor, quase sempre, ficam envergonhados com o fato. Tanto a
família do mordedor quanto a do mordido se sentem preocupados ou agredidas.
Mas o que significa a mordida? O primeiro contato da criança com o mundo é pela boca.Você já reparou em um bebê de quatro meses? Ele leva coisas para a boca. Mãos, pés, todos os objetos ao alcance vão, mais cedo ou mais tarde, para a boca do bebê. Ao colocar um objeto na boca, o bebê está experimentando este objeto. Está aumentando seu conhecimento sobre as coisas que o rodeiam. Começa a
experimentar diferenças de peso, textura, tamanho, forma. Enfim, a cada bocada ele conhece um pouco mais o mundo ao redor! A boca é um dos meios mais importantes para o bebê entrar em contato com o mundo. Além de usá-la para conhecer as coisas, o bebê a utiliza para outras formas de contato. Aceitar ou rejeitar alimentos é uma das formas. Chorar também. Quando surgem os dentes, começam as mordidas. Vindo da boca, não podia ser diferente: a mordida também é uma maneira de conhecer o mundo. E é também uma forma de comunicação com ele. Mordendo um objeto, a criança pode perceber muitas coisas. A diferença entre duro e mole, por exemplo. Também pode perceber a novidade que é o susto, o choro ou o espanto da criança mordida. Descobrir que a outra reage à uma grande aventura! Morder pode ser fascinante. Tão fascinante que a criança pode querer repetir. Quem será um mordedor? Em nossa cultura, frequentemente expressamos carinho brincando com os dentes, sobretudo com bebês, fingindo morder. Essas ações geram “modelos de imitação” para os pequenos. Eles utilizam esses modelos nas brincadeiras com outras crianças. Porém, ainda não sabem quanta força
podem colocar na boca e também não sabem avaliar as conseqüências desse
comportamento. Isso não quer dizer que seja desaconselhável brincar com a criança usando a boca. Pelo contrário. Desde que respeitadas as particularidades e as sensações da criança, esses momentos podem ser muito afetuosos e de grande intimidade. É preciso apenas ir mostrando que ela pode acabar provocando dor e machucando outras crianças. Sobretudo aquelas que não estão com vontade de entrar na sua brincadeira. A diferença individual também é importante nesta hora. A partir de experiências com os adultos e os objetos, cada criança vai construindo uma maneira particular de reagir. Um beliscão, dado com a mesma força pode provocar reações diferentes em diferentes crianças. Um som alto pode não chamar a atenção de algumas, enquanto outras ficam extremamente irritadas. Isso também é válido para o toque, a tolerância à frustração, os sentimentos de ciúme, a busca de atenção ou a procura de exclusividade. Cada criança tem sua maneira de reagir frente aos conhecimentos. Em situações em que se sente contrariada ou nas disputas de objetos, algumas crianças reagem de forma explosiva, mordendo, enquanto outras choram, na expectativa de que o adulto a ajude. Muito comum é acontecer uma mordida quando uma nova criança entra num grupo de crianças. Pode ser que uma das crianças fique insegura ou com ciúmes da novata. Sem poder compreender direito, sem ter como organizar suas emoções, ela pode descarregar sua ansiedade na forma de mordida. Você já deve imaginar: em geral, o alvo é esta nova criança. A mordida também pode estar ligada a aspectos da organização, de espaço ou rotina. Uma “receita” para conseguir uma bela mordida é organizar atividades em um espaço pequeno e com um grande número de crianças. Outra, infalível, é colocar brinquedos diversificados em pouca quantidade. Ou ainda organizar uma rotina que não leve em conta as necessidades de sono do grupo, deixando as crianças irritadas. Como acabar com as mordidas? Há “receitas” para obter mordidas, mas para acabar com elas, não. Para acabar com as mordidas é preciso que o educador e a equipe pensem sobre todos os aspectos envolvidos no dia-a-dia daquele grupo de crianças. É preciso tentar descobrir quais são os fatores que estão fazendo isso acontecer. É preciso pensar sobre a rotina, o espaço, a quantidade e a variedade de brinquedos. Enfim, é preciso estar atento a detalhes. Muitas vezes são os detalhes os fatores desencadeadores de mordidas. Importante é saber disto: Seja qual o for o fator que leve à mordida, é preciso muito cuidado para não rotular a criança como “mordedor”. Quando se rotula uma criança, todos passam a esperar que ele volte a ter aquela reação. Mesmo que seja uma expectativa sutil, a criança percebe. Para ela, essa expectativa é marcante, e pode aumentar a ansiedade da criança. Esse aumento da ansiedade pode levá-la a dar novas mordidas. Se a mordida acontecer, reforça-se a idéia de que ela é mordedora. A expectativa aumenta, aumenta a ansiedade e ela morde mais uma vez. Um ciclo sem fim. Mesmo que a criança não fale direito, alguma coisa da conversa dos adultos ela entende. Ela percebe o clima. Isso também pode acentuar seu comportamento de morder, com motivo ou sem motivo aparente. Por isso, se for preciso conversar sobre o fato, é melhor que não seja na presença da criança. Na ocorrência de uma mordida, talvez o melhor seja tratar o fato com tranqüilidade. É importante esclarecer, para a criança, a dor que se sente. Importante também é ajudá-la a encontrar outras formas de se comunicar. Mostrar possibilidades
de expressar, através da fala e dos gestos, suas emoções. É preciso compreender que esta é uma fase do desenvolvimento da criança. Praticamente todas as crianças, entre um e três anos, em algum momento, usaram ou usarão tal conduta. Esse recurso praticamente desaparece quando a linguagem estiver mais desenvolvida.

Fonte: Ana Maria Mello
Telma Vitoria

Veja mais em: Colégio Maria Imaculada- SP

segunda-feira, 10 de maio de 2010

TODO MUNDO NA JANELINHA



ATIVIDADE PARA CRIANÇAS DE:

IDADE: De 9 meses a 2 anos. TEMPO: 30 minutos. ESPAÇO: Sala de atividades. MATERIAL: Cartolina, caneta hidrocor, cola e uma foto de cada criança. OBJETIVO: Favorecer o reconhecimento da própria imagem e da dos colegas. PREPARAÇÃO: Em uma cartolina, desenhe um trenzinho com o número de vagões correspondente à quantidade de crianças. Pendure o cartaz na parede da sala antes de elas chegarem. No dia da brincadeira, peça aos pais que mandem uma foto do filho ou da filha. Peça aos pequenos que sentem em roda e coloquem a foto no meio do círculo. Aconchegue os bebês no grupo e converse com todos. Comente uma foto por vez. Mostre a imagem e diga: “Olha a Aninha!”, “Onde você estava?”, “Na praia, não é?”, “O seu biquíni era azul?”, “Quem já foi à praia?” Chame as crianças pelo nome, pois é muito comum na Educação Infantil o uso de apelidos. Depois dos comentários, cole as fotos nos vagões e deixe elas apreciarem. Inclua uma foto sua também. O trenzinho fica na classe até as férias. Você vai perceber que, sempre que possível, as crianças vão chamar as pessoas que se aproximam da sala para ver as fotos.

Veja mais em: COISA DE CRIANÇA
Lá você encontrará varias brincadeiras dirigidas às crianças pequenas, descritas como acima.

sábado, 1 de maio de 2010

Troca-pé


Escadas definitivamente não é um lugar para crianças brincarem é muito perigoso, porém, existe uma brincadeira que da para ser feita com as crianças na faixa etária de 2 anos que ajuda muito no desenvolvimento da coordenação motora dos membros inferiores, é a brincadeira do Troca-pé, talvez você não tenha ouvido falar com esse nome mas provavelmente brincou muito com ela. A brincadeira consiste em ficar do lado de baixo de um degrau, meio fio, ou algum lugar firme e elevado cerca de 15 a 20 cm do chão (base), com um pé na parte de baixo e outra na parte de cima e ao som de uma parlenda ou musica qualquer, ou até mesmo em silêncio, ir dando pulinhos e trocando os pés. Conforme as crianças vão conseguindo fazer a troca, pode se inserir uma cadência para os pulos. É bom observar que as crianças nesta idade ainda não possuem a noção total de equilíbrio e estão desenvolvendo a coordenação motora, sendo assim, é comum elas caírem, isso pode ser resolvido colocando um colchonete atrás delas ou, escolhendo um lugar mais adequado, por exemplo um gramado com um tronco que esteja firme no chão e permita fazer a brincadeira.

by JOSHUA

terça-feira, 27 de abril de 2010

Brinquedo e Educação


Brincadeira Saudável

Como já falamos, brincar é uma das atividades mais importantes da infância. E, é claro, os pais devem participar dela sempre que puderem. Não há nada mais saudável para a relação familiar do que os pais sentados no chão, no meio dos brinquedos, entrando no mundo dos filhos. Além de prazeroso para os dois, o vínculo afetivo se fortalece nesta relação pai e filho, seja a brincadeira qual for.
Os pequenos também precisam saber a dividir. E isso se torna mais fácil quando a criança tem irmãos ou está acostumada a brincar com amiguinhos. “Aprender a dividir, repartir, emprestar, se colocar no lugar do outro, faz parte do processo de socialização e de desenvolvimento de todas as crianças”, alerta a educadora Luciana Pierre.
Os pais e professores devem estar preparados e atentos para orientar seus filhos e alunos na construção deste processo, que faz parte do desenvolvimento de todos. “Outra dica, que uso na escola, são campanhas solidárias, onde as crianças doam um brinquedo seu em bom estado. Nós orientamos aos pais que ajudem seus filhos para que eles escolham o que dar. O exercício muitas vezes é difícil para algumas crianças mais apegadas, mas extremamente importante”, conta a educadora.
Ensinar a criança a emprestar os brinquedos para os amiguinhos não é uma tarefa fácil, há os que emprestam com mais facilidade e os que não gostam de dividir de jeito nenhum. Mas o esforço vale a pena, pois essa é uma lição que se leva para o resto da vida.
A dica da Dra. Luciana Pierre é trabalhar o emprestar com histórias infantis que levem ao altruísmo, como por exemplo, ‘A Galinha Ruiva’ e ‘O Bolo Fofo’. Ou trabalhar com rodas de conversa, reforçando quem conseguiu emprestar e como a criança que emprestou e a que recebeu se sentiram. Os pais também podem usar essa técnica em casa, conversando sobre o tema com os filhos e seus amiguinhos.

Luciana Pierre Cardoso é especialista em educação infantil

educadora da Escola Infantil Ipê de Santos/SP.
Veja mais em: GUIA DO BEBÊ

Agradecimentos

Oi Pessoal...

Estou aqui para agradecer aos companheiros do COC pela força que estão dando com relação ao BLOG, principalmente a tutora Simone que esta se empenhando muito na divugação.

A vocês os meus agradecimentos.

Bjs

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Desenvolvimento da Criança dos 0 aos 3 anos


A Criança Aprende a Brincar!
É a brincar que a criança aprende o que mais ninguém lhe pode ensinar. É dessa forma que ela se estrutura e conhece a realidade. Além de estar a conhecer o mundo, está-se a conhecer a si mesma. Ela descobre, compreende o papel dos adultos, aprende a comportar-se e a sentir-se como eles. Não são necessários muitos brinquedos para o bebé brincar, antes pelo contrario, o poder da imaginação e da criatividade é enorme.

Ideias para estimulação do Bebé
1º. mês - Converse ou cante para o bebé. O som da sua voz é reconfortante e transmite-lhe segurança.
Faça massagens à criança, estimule cada parte do corpo dela: pés, mãos, costas, rosto. Pode-se colocar música suave e revelar, através deste contacto físico, os seus sentimentos por ele pois, o toque das mãos transmite amor, carinho e segurança.
2º mês - Apresente objectos grandes e coloridos para que ele possa brincar e tentar alcançá-los com as mãos.
Junto ao berço coloque um móbil colorido dentro do campo de visão do bebé.
3º. mês - Cante, faça gestos e expressões faciais. O bebé tentará imitar e responderá aos estímulos com sorrisos e ruídos.
Estimule o tacto do bebé com objectos de diferentes texturas. Ex.: passar no pé ou na mão dele uma pluma e observar as reacções; encostar na mão algo áspero e depois macio. Coloque-o sentado apoiado por almofadas.
4º. mês - Conte histórias curtas e imite o barulho dos animais com diferentes tons de voz. O bebé tentará imitar.
Mande-lhe brinquedos (bolas, dados) para ele tentar agarrar.
5º. mês - Deixe-o brincar com brinquedos macios, como mordedores, pois tudo que ele agarrar, vai levar à boca.
Coloque músicas de diferentes ritmos e dance com ele.
Espalhe brinquedos à sua volta deixe-o a brincar no chão.
6º. mês - Durante as refeições relate ao bebé o que ele está a comer. Mostre-lhe os alimentos.
Nesta fase, convide a criança para passear, e espere que ela lhe estenda os braços.
Imite o barulho dos animais e objectos, como gatos, telefone, estimulando-o a fazer o mesmo. Ao ar livre, deixe-o próximo das árvores, para que ele observe o balancear o e barulho das folhas.

7º. mês – Proporcione à criança a manipulação de brinquedos que façam barulho, de diferentes cores, formas e tamanhos. Coloque-os próximos do bebé e estimule-o de modo a ele ir buscá-los.
Ensine-o a dizer adeus. Em pouco tempo repetirá os gestos dos adultos.
8º. mês - Brinque às escondidas com uma toalha ou cortina. Permita que a criança mande objectos para o chão. Ele repetirá inúmeras vezes este movimento. Desta forma, está-se a fomentar a noção de causa e efeito.
Conte histórias, mostrando as imagens do livro.
9º. mês - Deixe perto do bebé brinquedos grandes e coloridos. Ensine-o a empilhá-los e a encaixá-los.
Quando junto do bebé, relate-lhe tudo o que faz. Ele começará a repetir sílabas. Converse sobre animais e imite o barulho dos mesmos.
10º. mês - Converse com o bebé e dê-lhe alternativas. Por exemplo: "Queres o urso ou a bola". Assim ele apontará o que quer e muitas vezes irá chorar se não for atendido.
Dance e cante com ele no colo, ele tentará imitar a coreografia e soltará os seus monossílabos.
Dê-lhe um telefone de brinquedo. Assim, está a incentivar a linguagem.
11º. mês - Participe nas brincadeiras da criança.
Deixe à mão objectos que possam ser colocados e retirados de uma caixa ou balde.
Chame a atenção dele para objectos e animais conhecidos e também para as novidades.
Estimule-o a beber água em copos ou com o auxílio de palhinhas.
12º mês - Cante e conte histórias. Disponibilize livros e revistas para manusear. Incentive-o a comer sozinho e a guardar brinquedos.
Ele já entende ordens curtas, portanto explique-lhe tudo: o que estão a fazer, onde vão, etc... Brinque às escondidas ou à apanhada com a criança. Jogue à bola com ela.

Segundo / Terceiro Ano
Depois do primeiro ano, existem três marcos evolutivos do desenvolvimento da criança:
- O aparecimento da marcha;
- O início da linguagem (sobretudo a possibilidade de dizer "não");
- E o controlo dos esfíncteres, que representa a possibilidade de entre os 2 e os 3 anos prescindir-se do uso de fraldas.

Com a aprendizagem da marcha e da linguagem, a criança adquire, de forma progressiva, a sua independência motora, ficando muito mais apta a explorar o que a rodeia. Nesta fase, a capacidade de tolerar a distância e a ausência dos pais é maior, mas ainda não é substancial. Para que exista uma presença emocional dos pais na vida psíquica da criança, a sua presença é ainda muito necessária.
Por esta altura, a criança começa a andar, sobe e desce escadas, vai para cima dos móveis, etc. - o equilíbrio é inicialmente bastante instável, uma vez que os músculos das pernas ainda não estão bem fortalecidos. Contudo, a partir dos 16 meses, o bebé já é capaz de caminhar e de se manter de pé em segurança, com movimentos muito mais controlados. Verifica-se igualmente uma melhoria da motricidade fina devido à prática - capacidade de segurar um objecto, manipulá-lo, passá-lo de uma mão para a outra e largá-lo deliberadamente. Por volta dos 20 meses, será capaz de transportar objectos na mão enquanto caminha.

Após o segundo aniversário, e à medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar, andar ao pé-coxinho ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar. É mais fácil manipular e utilizar objectos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha.
No segundo ano de vida, a linguagem começa igualmente a desenvolver-se e, a possibilidade de dizer "não", "eu" e "meu" surge como a expressão do eu próprio em oposição ao outro. Verifica-se uma grande mudança na consciência que a criança tem de si própria.
Após os 15 meses, verifica-se uma maior capacidade de compreensão das ordens impostas, inicialmente com o recurso de gestos, depois, sem os mesmos. Começa a conseguir acompanhar ordens simples, do género "Dá-me o brinquedo".
Uma vez que este é o período em que as crianças estão mais abertas à aprendizagem da linguagem, os adultos que falam muito com elas, que lhes lêem, ensinam canções e poemas infantis (por outras palavras, que usam a linguagem para comunicar com elas) têm um efeito marcante no seu desenvolvimento linguístico.
As inter-relações pessoais também ajudam as crianças a distinguir quais os comportamentos adequados e quais não são. À medida que o seu comportamento se torna cada vez mais complexo durante o segundo ano de vida, a criança vai aprendendo com as expressões faciais dos adultos, com o seu tom de voz, gestos e palavras, quais os tipos de comportamento que geram aprovação e quais geram reprovação. Os padrões geram-se através do dar e receber entre as crianças e os adultos que cuidam delas. Contudo, e a par do comportamento, são também muito importantes as emoções, os desejos e a auto-imagem em formação.

A partir dos 24 meses, surge a idade dos "Porquês?" À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras formas, que não apenas a exploração física - trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex., quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo. É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, é já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período. Ocorre igualmente um desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir descrever-se por frases simples, como "tenho fome".

No seu processo de evolução, por volta dos dois anos/dois anos e meio, vai-se verificar a capacidade de criar imagens mentais (aquilo a que chamamos símbolos, ideias). Tal leva à compreensão dos conceitos - progressivamente, e com a ajuda dos adultos, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora, cima e baixo. Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes categorias (o que mais tarde lhe permitirá o contar até 10; formar grupos de objectos - 10 animais de plástico podem ser 3 vacas, 5 porcos e 2 cavalos, etc.).

Por esta altura, as brincadeiras que implicam o fazer de conta ou a imaginação e que envolvem dramas humanos (por ex., bonecos a abraçar-se ou a lutar) ajudam a criança a aprender a relacionar uma imagem ou representação com um desejo, e depois usar essa imagem para pensar.

Surge então a capacidade de auto-observação. Esta capacidade é fundamental para o autocontrolo de actividades tão simples como pintar dentro ou fora dos riscos de um desenho, ou fazer corresponder imagens com números. A auto-observação também ajuda a estabelecer relações de empatia com os outros e a corresponder a expectativas.

Nesta fase, a criança irá investir muito na medição das suas posses, limites (de que algumas birras são exemplo), bem como em comportamentos omnipotentes, de risco ou de oposição. Embora seja um aspecto fundamental em todo o desenvolvimento, é uma altura em que se torna maior a importância das regras e limites estabelecidas às e com as crianças.

As birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção, e podem dever-se a mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de a comunicar de forma eficaz).

Frequentemente, existe uma tendência dos pais em facilitar-lhes tudo, devido a uma culpabilidade inconsciente que sentem em não passarem com os seus filhos o tempo que consideram ideal, considerando-se que conter, frustrar, contrariar ou proibir pode prejudicar a criança.

Mas, o que se verifica é que as crianças mais inseguras e com um maior sentimento de desprotecção são aquelas que, desde pequenas, não lhes foram passadas regras nem limites por uma entidade protectora.

Veja mais em: A Conversa com Pais

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